Obras de construção para transportar gás natural do pré-sal vai gerar 7,5 mil empregos até 2020

Obras de construção para transportar gás natural do pré-sal vai gerar 7,5 mil empregos até 2020

Empregos à vista em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. As obras de construção da Rota 3, o gasoduto que vai transportar o gás natural que será produzido nos campos do pré-sal na Bacia de Campos até o Comperj já teve suas obras iniciadas.

Segundo a Petrobras, o projeto da Rota 3, que inclui a construção também da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), no Comperj, emprega atualmente cerca de 5 mil trabalhadores, quase todos vindos dos municípios do entorno. Deverão ser gerados pelo menos mais 2,5 mil empregos até o próximo ano.

De acordo com a Petrobras, o pico de contratação deve ser atingido no final do segundo trimestre de 2020, quando atingir cerca de 7,5 mil trabalhadores. A região de Itaboraí e municípios vizinhos foram duramente atingidos nos últimos anos pela paralisação das obras do Comperj desde 2014, quando os contratos foram envolvidos no esquema de corrupção revelados pela Operação Lava Jato.

A Petrobras explicou que as novas contratações são de responsabilidade das empresas responsáveis pela construção e montagem do projeto. A expectativa é que até o fim do ano sejam abertas mais vagas para ajudantes, operadores de máquinas pesadas, motoristas de caminhões, soldadores e eletricistas , entre outros.

A estatal informou ainda que, no último dia 28, a companhia e a empresa MIP Engenharia concluíram a montagem da torre do flare (tocha), considerado um marco nas obras. A torre, que tem 156 metros de altura e pesa 424 toneladas, compõe o sistema de segurança para a queima do gás residual das atividades.

Esse projeto integrado da Rota 3 vai representar uma terceira rota de escoamento para o gás natural do pré-sal, e sua conclusão é fundamental para conseguir transportar o gás natural que será produzido a partir de 2021 nos campos do pré-sal na Bacia de Santos.

O projeto da Rota 3 é formado pela Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), que vai processar o gás, e está em construção no Comperj. A UPGN terá capacidade de processar até 21 milhões de metros cúbicos por dia.

Além da UPGN, o projeto contempla a construção de um gasoduto com aproximadamente 355 km de extensão total, sendo 307 km de trecho marítimo – já construído – e 48 km de trecho terrestre, em construção. Tanto a UPGN quanto o gasoduto estão previstos para ficar prontos em 2021, segundo a Petrobras.

Fonte: O Globo

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Petrobras deverá focar em robótica e inteligência artificial

Gigante brasileira de petróleo e gás, Petrobras, está buscando aumentar seus esforços em áreas como inteligência artificial e robótica por meio de um programa de trabalho com startups.

O concurso lançado no dia 04/09/2019 busca atrair projetos de pequenos empreendimentos inovadores que atendam aos desafios propostos pela empresa para a criação de ofertas baseadas em tecnologias como robótica, inteligência artificial, wearables e nanotecnologia.

De acordo com o edital, até 10 projetos em seis áreas diferentes serão apoiados pelo programa, com 10 milhões de reais (US $ 2,4 milhões) sendo investidos no total, com projetos individuais recebendo financiamento que variará entre 500 mil reais (US $ 122.000) e 1,5 milhões de reais (US $ 299.000).

Os projetos serão entregues em um prazo máximo de dois anos. Os benefícios para as startups delineadas pela empresa além do financiamento incluem interações com a equipe técnica da Petrobras, bem como o apoio da empresa para enfrentar desafios relacionados ao desenvolvimento de provas de conceito.

O programa foi desenvolvido em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A chamada para apresentação de projetos estará aberta até 22 de setembro.

Um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas, encomendado pela Microsoft, que investigou o impacto da IA ​​nos principais mercados do Brasil – agricultura, transporte, comunicações, petróleo e gás e governo – que representam coletivamente 36,4% do PIB, constatou que A IA poderia impulsionar o crescimento do PIB nesses setores em até 6,43% nos próximos 15 anos.
Fonte: Click Petroleo

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Construção do Terminal Portuário de Macaé irá gerar milhares de empregos

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região, foi favorável a suspensão da Ação Cívil Pública que suspendia a licença ambiental do Terminal Portuária de Macaé (Tepor). Com isso, a construção do empreendimento no bairro São João do Barreto, já pode ser iniciada pela empresa responsável.

Empresas e profissionais devem estar preparados:

Confira a nota emitida pela EBTE Engenharia:
“O TEPOR vem comunicar que foi proferida decisão que garante a implantação do Terminal Portuário de Macaé. A ordem foi proferida hoje no Pedido de Suspensão de Execução dos Efeitos da Sentença feito pelo Estado do Rio de Janeiro perante o Tribunal Regional Federal da 2ª Região.
Para o deferimento da medida, o Presidente do TRF-2, o Desembargador Reis Friede, levou em conta questões jurídicas, técnicas e econômicas, tendo reconhecido a potencialidade lesiva à ordem pública que decorre da paralisação do licenciamento ambiental do TEPOR. A decisão destaca, assim, o interesse coletivo no empreendimento, em razão de todos os benefícios que repercutirão na sociedade, no Estado e no país como um todo. Dessa forma, tanto o licenciamento ambiental quanto à implantação do TEPOR estão devidamente asseguradas pela medida judicial”

O EMPREENDIMENTO
O TEPOR – Terminal Portuário de Macaé – surge como peça chave para o desenvolvimento econômico de Macaé. Será um terminal altamente especializado, para atender com eficiência a demanda da indústria de apoio às atividades de óleo e gás, além de apresentar soluções para transportes de cargas de outros setores.

Sua área onshore ocupará um total de até 6.000.000 m2, e possuirá pátios para estocagem e armazéns alfandegados. Estão incluídos em sua retro área:

– Terminal de Armazenamento de Petróleo, com capacidade de armazenamento de 4,5 milhões de barris.

– Terminal de Armazenamento de Combustíveis, com capacidade de armazenamento de 420.000 m3.

– Planta de Processamento de Gás Natural (“UPGN”), com capacidade de processamento de 60 milhões m3/dia.

O porto contará com dois terminais offshore:

O TERMINAL A, que consiste em um terminal de líquidos e apoio offshore, que será ligado à terra através de uma ponte de 4km e contará com 16,5 metros de profundidade.

Será composto por dois berços para movimentação de líquidos, ligados por dutos a um terminal onshore de armazenamento de combustíveis, produtos químicos e outros derivados, com capacidade de armazenamento de até 420.000 m3.

Contará também com um berço para recebimento de para cargas de GNL, composto por unidade flutuante de regaseificação e área reservada para implantação de tanques de armazenamento de GNL.

O terminal de apoio offshore incluirá 9 berços para supply boats. Também poderá receber navios de longo curso para movimentação de cargas gerais, além de sondas e plataformas para manutenção e descomissionamento.

O TERMINAL B, para movimentação de petróleo, com dois berços de atracação, em condições totalmente abrigadas, com profundidade natural de 27 metros, aptos a receber navios VLCC. O terminal terá capacidade para movimentação de até 2 milhões de barris de petróleo por dia.

Os berços serão interligados por oleodutos ao terminal de armazenamento e blending de petróleo em terra, com capacidade de armazenamento de até 4,5 milhões de barris.

Fonte: Click Petroleo

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Uso indevido da Certificação ASNT-TC-1A no Brasil

Com a retração do mercado, principalmente na área industrial, vem sendo usado de forma criminosa e desleal essa certificação interna de empresas americanas.

Em resposta aos questionamentos sobre a “prática recomendada SNT-TC-1A”, esclarecemos as dúvidas apresentadas sobre a utilização correta desse documento a todos os interessados, tais como aplicação, limitações, validade, entre outras.

O primeiro aspecto a esclarecer é que o documento é uma prática Americana, com objetivo de recomendar, aos fabricantes, montadoras e demais fornecedores, uma sistemática para administração dos END’s nas instalações, plantas e unidades fabris, aplicada nos seus equipamentos em fabricação ou durante as suas instalações e montagens.

O documento apresenta um modelo de certificação de pessoal em END de 1ª parte, ou seja, um modelo de auto certificação, denominado nos EUA como “empole base certificativo” ou   “in houve certificativo. ’’  Todos os requisitos e parâmetros de certificação são estabelecidos e aplicados pela própria empresa. Como cada empresa estabelece sua própria sistemática de certificação, essa descentralização contribui para uma falta de padronização, inerente à certificação de 1ª parte, o que acaba gerando níveis de qualidade de inspeções diferentes, ou seja, resultados variados e dependentes do grau de dificuldade de certificação entre os sistemas estabelecidos pelas empresas.

Dúvidas e respostas:

01 – Como deve funcionar realmente nas práticas esse modelo de certificação?

Funciona assim, a certificação pertence à fabricante ou montadora, ou seja, o profissional, ao se desligar da empresa, perde a certificação, que é válida somente enquanto ele estiver inspecionando os produtos, equipamentos e montagens daquela unidade (não valendo para outra unidade ou obra da mesma empresa em outro local, mesmo que seja o mesmo equipamento, cliente ou obra).

02 – O inspetor pode usar essa certificação igual ao SNQC?

A certificação é interna e específica para os produtos e serviços de uma determinada empresa.

Portanto é ilegal o profissional, sair por aí fazendo inspeção podendo ser autuado por exercício ilegal de profissão

03 – E quando for exigido inspetores ASNT para fabricação por empresas possuem Selo ASME?

Isso pode acontecer legalmente, mas a certificação pertence a empresa enquanto durar a obra ou projeto e ao seu término se perde a validade, não podendo ser renovado apenas pagando uma taxa, tendo assim que refazer todo o processo de certificação a cada projeto ou obra.

São sistemas de certificação que são constantemente avaliados pelo “inspetor autorizado. ”

Mas ao acabar a obra ou projeto o inspetor perde sua certificação e não pode usar em outras empresas ou obras e serviços.

OBS: De qualquer forma, é importante informar que o próprio ASME, um dos grandes promotores dessa certificação, já vem indicando movimentações no sentido da certificação de 3ª Parte de acordo com a ISO 9712, a fim de se tornar independente e centralizado. (No Brasil será o uso SNQC)

04 – E se o profissional tiver uma empresa e querer fazer a certificação e fazer inspeção?

Na verdade, isso não lhe dá o direito de sair fazendo inspeção por aí uma vez que a certificação é para determinado produto e projeto especifico (ou seja acabou a obra ou projeto acaba validade da certificação)

OBS: Os próprios inspetores fazem uso indevido com esse argumento de serem donos das empresas e assim argumentam serem donos da certificação.

05 – E se o cliente escolher usar essa certificação ASNT-TC-1A?

Essa escolha deve ser muito bem avaliada antes de ser aplicada veja abaixo explicações:

É importante lembrar que a partir do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8078, de 11.09.1990, regulamentada pelo Decreto 861, de 09.07.1993), na Seção IV, que trata das Práticas Abusivas, e seu Artigo 39, que no inciso VIII estabelece:

“É vedado ao fornecedor de produtos e serviços colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, ou outra Entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – CONMETRO. ”

Ora, se não há Regulamentação Técnica específica sobre um produto ou serviço e se a ABNT é a única entidade reconhecida pelo CONMETRO, as Normas ABNT passam a ser a referência para a qualidade destes itens, quando comercializados no País.

OBS: Resumindo não tem nenhuma norma ABNT, que autoriza o uso da pratica recomendada americana ASNT-TC-1A no Brasil e se um equipamento ou estrutura explodir e forem constatadas que não houve aplicação de requisitos mínimos de qualidade e segurança tanto na fabricação ou manutenção, cabe a empresa dona do equipamento responder legalmente por crime de negligência.

Nessas situações, o artigo 12 do Código de Defesa do Consumidor defende que qualquer defeito ou problema do produto são de total responsabilidade dos fornecedores e fabricantes. Independentemente de serem eles decorrentes do projeto, da fabricação, construção, montagem, das fórmulas, da manipulação, da apresentação e/ou do acondicionamento dos produtos.

06 – Mas norma não tem poder de Lei?

Da obrigatoriedade do uso das normas ABNT nas obras públicas federais, desde 1962

A Lei Federal n.º 4.150/1962 “institui o regime obrigatório de preparo e observância das normas técnica nos contratos de obras e compras do serviço público de execução direta ou indireta, concedida, autárquica ou de economia mista, através da Associação Brasileira de Normas Técnicas e dá outras providências”. Ela vigora desde 1962, sendo, portanto, precursora do Sistema Sinmetro, e não consta como revogada até abril de 2015, e diz textualmente:

“Art. 1º Nos serviços públicos concedidos pelo Governo Federal, assim como nos de natureza estadual e municipal por ele subvencionados ou executados em regime de convênio, nas obras e serviços executados, dirigidos ou fiscalizados por quaisquer repartições federais ou órgãos paraestatais, em todas as compras de materiais por eles feitas, bem como nos respectivos editais de concorrência, contratos ajustes e pedidos de preços será obrigatória a exigência e a e aplicação dos requisitos mínimos de qualidade, utilidade, resistência e segurança usualmente chamados “normas técnicas” e elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, nesta lei mencionada pela sua sigla “ABNT”.

Portanto, esta Lei explicita que nas obras públicas federais é obrigatório o uso das normas técnicas, cujos parâmetros, segundo o texto do art. 1º acima sublinhado correspondem a requisitos mínimos de qualidade, utilidade, resistência e segurança, fato que rotineiramente é desconhecido tanto pelos contratantes como pelos contratados. Em outras palavras: é permitida a produção de produtos ou serviços com qualidade melhor que o disposto nas normas técnicas, mas fica proibida a produção abaixo desses requisitos mínimos. A Lei Nº 8.666/1993 “regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências

Resumo: Qualquer obra ou serviços no brasil de órgãos municipais, estaduais e federal de ondem direta ou indireta devem usar normas ABNT como requisitos mínimos de qualidade de produtos e serviços, vetando assim o uso da certificação ASNT-TC-1ª, que é uma pratica recomendada e não tem parâmetro em uma norma ABNT.

07 – Mas o cliente não é Petrobras, então é ele quem manda na casa dele?

Não é bem assim que funciona as coisas, pois empresa como Arcelor Mittal, Vale, Braskem, Usiminas, Alumar, Samarco, Suzano, Fibria etc, e por isso elas são obrigadas a usarem como requisitos mínimos as normas ABNT como referência veja abaixo o artigo que estabelece isso.

A Lei Federal n.º 4.150/1962 “institui o regime obrigatório de preparo e observância das normas técnica nos contratos de obras e compras do serviço público de execução direta ou indireta, concedida, autárquica ou de economia mista, através da Associação Brasileira de Normas Técnicas e dá outras providências”. Ela vigora desde 1962, sendo, portanto, precursora do Sistema Sinmetro, e não consta como revogada até abril de 2015, e diz textualmente:

É importante lembrar que a partir do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8078, de 11.09.1990, regulamentada pelo Decreto 861, de 09.07.1993), na Seção IV, que trata das Práticas Abusivas, e seu Artigo 39, que no inciso VIII estabelece:

“É vedado ao fornecedor de produtos e serviços colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, ou outra Entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – CONMETRO. ”

Ora, se não há Regulamentação Técnica específica sobre um produto ou serviço e se a ABNT é a única entidade reconhecida pelo CONMETRO, as Normas ABNT passam a ser a referência para a qualidade destes itens, quando comercializados no País.

OBS: Se acontecer algum acidente, ao se investigar o ocorrido e for verificado que não teve padrão mínimo como requisito de qualidade ABNT, além de estar em desacordo com código de defesa do consumidor, irá responder por negligência.

08 – Mas se minha certificação vencer e for renovada pelo nível 3 ASNT?

Na verdade, ele não pode fazer isso, pois ele teria que certificar o inspetor com provas teóricas e práticas e com corpos de provas em cada obra e serviço não cobrar uma taxa e renovar automaticamente a certificação, que na verdade é da empresa e não do inspetor.

09 – Então o inspetor ASNT-TC-1A não pode sair por aí fazendo inspeção?

Na pratica não, pois a certificação pertence a empresa e não a pessoa, e que ele deve ser certificado a cada obra ou serviço a ser executado, acabou serviço ou projeto acabou a certificação que pertence a empresa e não a ele.

10 – Mas vejo muita gente por aí dizendo que é inspetor ASNT e fazendo inspeção?

Isso pode ser considerado como exercício ilegal de profissão veja o que diz a lei

É exercer qualquer profissão regulamentada por lei sem ter a formação específica (curso) e sem ter a habilitação legal (Inscrição/Registro no Conselho de Classe). O exercício ilegal é considerado crime. Caracteriza-se inobservância ao art. 47 da Lei de Contravenções Penais (Lei nº 3.688/41), art. 2º da Lei nº 7.498/86 (que regulamenta a profissão).

11 – Mas a função de inspetor não é regulamentada ainda como é exercício ilegal da profissão?

Sim não é regulamentada, mas existe habilitação legal amparada por norma internacional ISO 9712 e Normas Nacionais tais como Normas ABNT, e ainda existem entidades que fazem a inscrição e registro dos profissionais com atribuições que só a elas cabem a regulamentação e autorização de trabalho e ainda essas entidades são autorizadas legalmente pelo INMETRO como OPC (Organismos de Certificação de Pessoas).

12 – Então é crime um inspetor sair fazendo uso da certificação ASNT-TC-1A em obras e serviços pelo Brasil?

Se observar a sistemática da certificação, que é uma pratica americana interna de empresas para determinado produto ou serviço e com validade da certificação ao termino da obra ou contrato, sim é crime, pois não podem sair por aí fazendo inspeção como se fossem autorizados como no sistema SNQC e isso só existe, pois não existem fiscalização para coibir seu uso indevido, com conivência de donos, supervisores, encarregados de empresas de inspeção.

13 – E quando a empresa forem de fora do Brasil, mas exploram petróleo no país?

Hoje existem várias empresas estrangeira que exploram petróleo no Brasil, porem elas devem seguir normas nacionais tanto trabalhistas e como normas ambientais, tanto de fabricação, manutenção de equipamentos, pois elas operam em aguas brasileira.

Desse modo, considerando-se a soberania dos Estados, a CNUDM estabeleceu o regime jurídico relativo ao mar territorial, a zona contígua e a zona econômica exclusiva (ZEE). Entende-se por mar territorial a faixa de água costeira que parte do litoral e que corresponde a 12 milhas náuticas, ou 22 quilômetros (considerada território soberano). Já a zona contígua é a faixa entre o mar territorial e o alto-mar, fixada entre 12 e 24 milhas náuticas, onde o Estado exerce sua jurisdição sobre as atividades marítimas e de interesse nacional. Conforme o CNUDM, por sua vez, a ZEE… são uma zona situada além do mar territorial e a este adjacente…” e “…não se estenderá além de 200 milhas marítimas das linhas de base a partir das quais se mede a largura do mar territorial (artigos 55 e 57).

A convenção garante ao Estado costeiro …direitos de soberania para fins de exploração e aproveitamento, conservação e gestão dos recursos naturais, vivos ou não vivos das águas sobrejacentes ao leito do mar, do leito do mar e seu subsolo… (art.56, §1, a).

Para resolver essa e muitas outras questões são utilizadas normas brasileiras trabalhistas, cíveis e internacionais privadas sendo que, em alguns casos, a interpretação gera um conflito entre elas. Os navios estrangeiros que operam em águas jurisdicionais brasileiras por prazo superior a 31dias são obrigados a ter o mínimo de 25% de empregados brasileiros de diversos níveis técnicos.

É importante lembrar que a partir do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8078, de 11.09.1990, regulamentada pelo Decreto 861, de 09.07.1993), na Seção IV, que trata das Práticas Abusivas, e seu Artigo 39, que no inciso VIII estabelece:

“É vedado ao fornecedor de produtos e serviços colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, ou outra Entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – CONMETRO. ”

Ora, se não há Regulamentação Técnica específica sobre um produto ou serviço e se a ABNT é a única entidade reconhecida pelo CONMETRO, as Normas ABNT passam a ser a referência para a qualidade destes itens, quando comercializados no País.

OBS: Mas com o convênio das certificadoras e o CFT (Conselho Federal dos Técnicos Industriais) será usado os 20 sindicatos espalhados pelo Brasil para fazer a fiscalização de empresas e as certificadoras irão fiscalizar seus profissionais.

Nota: Certificadoras estrangeiras para atuarem de forma legal devem fazer igual a IRATA fez, criou a IRATA Brasil, e se credenciou ao INMETRO como OPC (Organismos de Certificação de Pessoas), estando assim apta a certificar legalmente qualquer pessoa, gerando assim uma concorrência leal no setor.

Autor: Cristiano Rosa da Silva e Jair Brasil

Material aqui mencionado foi retirado de vários artigos disponíveis na internet, não sendo em hipótese nenhuma de nossa autoria quaisquer trechos aqui mencionados.

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QUANTO VALE SUA HORA COMO FREELANCER?

“Quanto você cobra por…?” Muitos freelancers já sentem a mão suar e o coração bater mais forte quando escutam essa pergunta. A questão é que, na grande maioria das vezes, não sabemos mesmo calcular o valor de nosso trabalho e, com isso, ficamos sempre em torno de um dilema: cobrar um valor muito baixo e acabar não ganhando o que gostaria ou definir o preço que acha justo e correr o risco de não pegar o trabalho? Ao longo do tempo em que trabalho como freelancer, aprendi que não existe o valor definitivo para os freelas.

Ele varia de acordo com a exigência do projeto, com o grau de dificuldade do serviço e, é claro, com o budget do cliente. Por que então você deve ler esse post? Pois vou ajudá-lo a entender quais são os fatores que deve considerar ao definir seu preço, confira! Dicas para definir o preço de seu trabalho? Se você também não acredita em “tabelas de preços para freelance”, vai precisar fazer um orçamento diferente para cada cliente. Pensou “nossa, que trabalho”? A escolha é sua, mas saiba que customizar os valores o ajuda a ganhar mais e também a conquistar mais clientes. Convencido?

Veja então alguns passos para formar o preço de seu serviço:

1. Conheça o valor de sua hora como profissional Eu sempre gosto dessa comparação: se estivesse trabalhando em uma empresa e ganhando um salário fixo, qual seria o valor dele? Entenda qual o seu nível profissional (júnior, pleno, sênior, especialista, etc) e tente encontrar informações sobre o quanto o mercado está pagando em salário para a sua função. Não deixe de avaliar também o valor dos benefícios (plano saúde, vale-transporte, vale-alimentação) e, se for CLT, os custos de manutenção de um funcionário para uma empresa. Feito isso, divida o valor total (normalmente o dobro do salário em si) pelo número de horas mensais trabalhadas como funcionário, assim terá o primeiro indício de quanto deve cobrar por hora. Por exemplo, se você acha que estaria empregado com um salário de R$ 3.000, divida R$ 6.000 por 160 horas (40 horas semanais). Você chegará, então, a um valor aproximado de R$ 37,50 por hora. Essa comparação é interessante por um fator bem prático: ao pedir um orçamento de você, seus clientes também costumam fazer essa matemática para saber o que vale mais a pena, contratar um freelancer ou aumentar sua equipe com um novo funcionário.

Mas, calma, isso não significa que você tenha chegado ao valor de sua hora. Tem mais algumas dicas importantes pela frente.

2. Saiba quais são os custos envolvidos Um erro bem comum dos freelancers ao definir o preço para seu trabalho é não considerar os custos envolvidos. Para cada projeto, é preciso colocar na ponta do lápis o que gasta com luz, internet, imposto, material de escritório, aluguel de coworking, transporte para reuniões e tudo o mais que estiver envolvido na execução das atividades. É claro, você não vai colocar todo valor da sua conta de internet no projeto de um cliente, mas precisa ter noção de que esse é um custo que tem como empresa, portanto deve ser pago pelos serviços que prestar, não pelo “salário” que definir para você. Considere também o número de refações, calls e reuniões com o cliente ao longo do projeto: clientes mais exigentes e que demandam mais de seu tempo, pela lógica, precisam pagar um preço maior do que aqueles que pouco interagem com você.

3. Pesquise quanto cobram seus concorrentes Eu mesmo já cai nesse erro: defini um preço para um projeto pensando no valor de minha hora e depois descobri que os concorrentes cobravam um valor bem acima do meu. Por isso, vale ficar sempre atento ao valor praticado por outros freelancers ou até mesmo por empresas. E não é só para ganhar mais dinheiro. Alguns clientes, ao ver um orçamento com valores muito abaixo ou muito acima dos demais, podem ter uma ideia equivocada sobre você ou sobre seu trabalho. Mas como saber isso? Pergunte! Aos seus clientes, a conhecidos, a outros profissionais ou até ao Google.

4. Ajuste seu preço de acordo com o projeto Por fim, depois de saber quanto ganharia em uma empresa, seus custos e o preço de seus concorrentes, ajuste seu valor de acordo com o projeto do cliente, considerando quanto tempo irá levar para executá-lo. É claro que vale ter um valor médio para cada tipo de serviço, mas, ao ouvir aquela perguntinha sobre quanto cobra, que tal manter a calma e pedir uma conversa com o potencial cliente para entender mais sobre o projeto e sobre as expectativas que ele tem para seu trabalho? É a melhor forma de fazer um orçamento de acordo com o que é justo para você e para a empresa que pretende contratá-lo. Além de evitar que você caia em furadas.

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DESMONTE DE PLATAFORMAS DEVE MOVIMENTAR R$ 50 BILHÕES ATÉ 2040 NO BRASIL

NA MÍDIA – 26/08/19

DESMONTE DE PLATAFORMAS DEVE MOVIMENTAR R$ 50 BILHÕES ATÉ 2040 NO BRASIL

Ao mesmo tempo em que começa a se beneficiar do pré-sal, a indústria brasileira de petróleo e gás natural vive também o seu primeiro ciclo de desmonte, em que plataformas e infraestrutura interligada a elas são retiradas do mar e transformadas em sucata. O novo ciclo inaugura uma frente de negócios no País, que deve movimentar R$ 50 bilhões de 2020 a 2040, segundo projeção da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Existe o risco, porém, da contaminação do meio ambiente, inclusive de derramamento de material radioativo no mar, o que tem exigido a presença do Ibama e da Marinha no desenho dessa etapa da indústria.

“É uma oportunidade excelente de negócios, de geração de empregos, de atividades de engenharia, não só para os profissionais estabelecidos e maduros, como para estudantes, engenheiros e planejadores que vêm das universidades. Então, é uma oportunidade que a gente não pode deixar passar”, afirmou o superintendente de Segurança da Operação e Meio Ambiente da ANP, Raphael Moura, a uma plateia de executivos do setor, em palestra sobre o tema realizada pela FGV Energia, no Rio.

Pelas contas da agência reguladora, cerca de 100 plataformas devem ser desmontadas nos próximos 20 anos, a maior parte delas de propriedade da Petrobras. Em média, a vida útil de uma instalação do tipo é de 25 anos. No Brasil, há 66 delas nessa condição. Outras 23 estão se aproximando dessa idade e, em breve, também devem ser desmobilizadas. Há, portanto, 89 unidades candidatas ao desmonte. Um projeto piloto acaba de ser licitado pela Petrobras, o da plataforma instalada no campo de Cação, na Bacia de Campos – um contrato de US$ 30 milhões.

A ANP mira no exemplo do Mar do Norte para traçar o contorno dessa nova indústria no Brasil, que, nos meios técnicos, é conhecida como indústria de descomissionamento. O esperado é que, em três décadas, 40 bilhões de libras circulem na Escócia para desfazer plataformas instaladas em campos já em fase de declínio, o que deve gerar 20 mil empregos adicionais. “O descomissionamento permite a migração de profissionais. Temos potencial para gerar algo similar em nosso País, com uma grande vantagem: nós não só temos um período de crescimento da produção (no pré-sal) muito relevante, mas também de abrir esse novo mercado”, disse Moura.

Por enquanto, esse novo mercado está mobilizando empresas de consultoria, principalmente nas áreas de advocacia e meio ambiente, além da engenharia especializada em construção e montagem. “Quando colocaram as plataformas, ninguém pensou em tirar. Não houve pesquisa para isso. Não há de fato um mercado de descomissionamento no Brasil. Os estaleiros estão de olho”, ressaltou Juliana Pizzolato, advogada da área de societário de Kincaid Mendes Vianna

De origem dinamarquesa, a Ramboll, com experiência internacional nesse segmento, está montando um escritório no Rio de Janeiro. “À medida que os contratos entrarem, chamaremos mais profissionais. Talvez o Brasil não atinja um nível de mercado como o do Reino Unido, mas teremos algo expressivo”, projetou Gabriel Garcia, consultor ambiental da Ramboll.

Também a Método Engenharia, que há anos presta serviço de montagem em unidades fabris da Petrobras, está no rastro de profissionais para atender às demandas que vão surgir. Hoje, a empresa atua na instalação de uma unidade de processamento de gás no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e espera qualificar alguns dos trabalhadores desta obra para os contratos de descomissionamento que surgirem. A empresa também busca sócios estrangeiros para agregar especializações, disse o diretor de Negócios de Construção e Montagens Industriais da Método, Joel Peito.

Atualmente, há seis projetos de desmonte de plataformas marítimas já aprovados pela agência reguladora. Outros cinco estão em análise. E há mais dez previstos para serem liberados. Alguns deles incluem mais de uma plataforma. A Petrobras, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que pretende iniciar, até 2020, o descomissionamento de dez plataformas – P-7, P-12, P-15, P-33, FPSO Rio de Janeiro, FPSO Piranema, PCA-1, PCA-2, PCA-3 (essas três últimas no campo Cação) e FPSO Rio da Ostras.

“A gente tem que entender o que a gente pode fazer para viabilizar um mercado e uma das alternativas é ter uma demanda mais flat (permanente) possível. Picos e vales são muito prejudiciais. A gente precisa ter uma visão da demanda o mais cedo possível, mas também ver outras questões regulatórias que podem ser importantes, por exemplo”, afirmou o gerente de Descomissionamento da Petrobras, Eduardo Zacaron, no evento sobre o tema promovido pela FGV Energia.

A ANP espera publicar a nova regulamentação, construída em parceria com o Ibama e a Marinha, até o início de novembro.

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2,4 mil empregos serão gerados em Parada da Reduc que começa hoje, 12 de agosto


2,4 mil empregos serão gerados em Parada da Reduc que começa hoje, 12 de agosto

Reduc em parada programada

Empregos temporários serão gerados pela Petrobras em investimentos de cerca de R$ 168 milhões. Parada da Reduc em Duque de Caxias começa hoje e durará 31 dias


A Petrobras informou nesta segunda-feira (12/08) que está iniciando uma parada programada de manutenção da refinaria Reduc, em Duque de Caxias (RJ). 
O “paradão” da Reduc tem a previsão de durar 31 dias e tem por objetivo cumprir rotinas de atividades de manutenção na unidade que receberá investimentos de R$ 168 milhões.

A parada de manutenção focará a unidade de lubrificantes e os investimentos desta ocasião serão na compra de equipamentos para as unidades de processamento do conjunto de produção.
A Petrobras informou que a parada da Reduc não afetará o abastecimento do produto ao mercado, mesmo sendo a unidade responsável por 80% da produção nacional de lubrificantes.

Geração de empregos

A refinaria Reduc em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, pertence a Petrobras e tem capacidade para processar diariamente 38 milhões de litros de petróleo.

A Petrobras estima que, além de seus empregados que trabalharão na parada de manutenção, outros 2,4 mil postos de trabalho temporários serão gerados pelas empresas que foram contratadas para as atividades.
A Reduc, iniciou sua produção em 1961, e é hoje uma das maiores do Brasil em capacidade instalada de refino de petróleo. Com uma logística privilegiada, responsável por 80% da produção de lubrificantes e pelo maior processamento de gás natural do Brasil, ela possui também o maior portfólio de produtos (no total, são 55 produtos processados em 43 unidades). Localizada na Baixada Fluminense, impulsionou o nascimento de um forte polo industrial na região se destacando como uma importante geradora de empregos.

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Mercado offshore assume a liderança no emprego

Em uma análise da indústria de serviços petrolíferos, a empresa de inteligência do setor, Rystad Energy, observou que o principal motor do emprego estava mudando do xisto para o exterior.

Ilustração; Um dos navios de Solstad; Fonte: Flickr; Autor: SP Mac

A Rystad disse na terça-feira que o aumento da atividade em bacias de xisto terrestre, como o Permian, nos EUA, manteve o emprego no setor de serviços petrolíferos estável de 2016 a 2017.

No entanto, a indústria offshore agora assumiu a liderança, aumentando gradualmente o número total de funcionários das 50 principais empresas de serviços petrolíferos de 2017 a 2018.

Matthew Fitzsimmons , vice-presidente da equipe de serviços de campos petrolíferos da Rystad, disse: “Este é um claro efeito do aumento da sanção offshore. Esperamos que os compromissos no exterior quase dobrem de 2018 a 2020 e sustentem altos níveis de gastos nos próximos cinco anos ”.

A Rystad Energy prevê que a demanda por serviços offshore chegará a US $ 442 bilhões em 2025, um aumento de 45% em relação a 2018.



Empresas muito expostas à indústria offshore lutaram com a redução da atividade em 2015-2017, resultando em uma queda cumulativa da força de trabalho de 31%. Agora, com o mercado offshore ganhando impulso, vale dizer que quatro das cinco principais empresas de serviços petrolíferos com a maior força de trabalho de 2017 a 2018 estavam expostas principalmente à indústria offshore.

Entre os players offshore menores, a Solstad quase dobrou sua força de trabalho de 2017 a 2018 – um significativo aumento de pessoal que apostou na melhoria de longo prazo das condições de mercado. Além disso, a Seadrill viu o crescimento do emprego em 15%, mas o número de funcionários no final de 2018 é de apenas 100 pessoas a mais do que após as demissões em 2016 e é pouco mais da metade do que era em 2014.

“Esperamos que a necessidade de contratação da Seadrill continue até 2022, pois os mercados aos quais a empresa está exposta continuarão a crescer, oferecendo oportunidades de contratação”, acrescentou Fitzsimmons.

De acordo com Rystad, quando a Seadrill continuar a contratar de novo, eles enfrentarão os mesmos desafios de contratação com os quais muitas empresas offshore lidam hoje.

“Nossas entrevistas informais com líderes de empresas da OFS em toda a indústria offshore ecoaram um desafio comum: como trazer pessoal experiente de volta à indústria em meio ao crescimento atual e como atrair novos talentos. A história mostraria que, para trazer profissionais experientes para um setor, maiores salários serão necessários ”, disse Fitzsimmons.

No entanto, nem todas as tendências de contratação parecem ensolaradas para empresas de serviços petrolíferos. Bristow cortou sua força de trabalho de 2017 a 2018 para reduzir os custos operacionais e enfrentar sua insegurança financeira, que ainda se mostrou insuficiente, e a empresa entrou com o pedido do Capítulo 11 em maio de 2019.

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CSN apresenta projeto de ampliação e geração de mais de 1,3 mil novas vagas

A CSN Mineração promoveu dia 01/08 Audiência Pública para apresentação do Projeto Itabirito/Casa de Pedra – P10 Mta na qual pretende instalar em Congonhas, visando a ampliação da extração do minério de ferro. O encontro foi no Ginásio Poliesportivo José Juracéelio de Santana, no bairro Nova Cidade.

De acordo com a mineradora, a Audiência Pública tem o objetivo de oferecer detalhes da nova planta de beneficiamento e apresentar a população o relatório de impacto ambiental. Também haverá espaço para esclarecimento de dúvidas e recolher opiniões, críticas e sugestões da população.

CSN planeja expansão na produção/DIVULGAÇÃO
Expansão

O projeto de ampliação da extração de minério de ferro, por meio da Planta de Itabirito, ficará dentro do complexo industrial da empresa. Por ano, serão gerados 10 milhões de toneladas do recurso, rendendo R$ 280 milhões em impostos nas esferas municipal, estadual e federal. Além disso, durante a fase de implantação, serão gerados cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos.

Planta de Itabirito

Em 2018, a CSN teve uma produção de R$ 30 milhões de toneladas. A Planta de Itabirito faz parte de um projeto de ampliação da extração do minério, produzindo 10 milhões de toneladas de Pellet feed por ano, sendo que os rejeitos serão dispostos à seco. O empreendimento ocupará uma área de 862 mil m². A intenção é que a planta esteja em funcionamento em 2022. Atualmente, o projeto está na fase de licenciamento ambiental. Em seguida, serão as etapas de desenvolvimento de engenharia básica, contratação de equipamentos e obras, implantação e início das operações.

Leia mais: CSN anuncia mega investimentos de R$1,3 bi e contratação de 1,3 mil funcionários.; obra deve durar mais de 2 anos
Implantação do projeto dever gerar cerca de 3 mil empregos na região.

O gerente geral de Sustentabilidade da CSN, Eduardo Sanches, explicou que “Itabirito” é o nome da rocha onde será extraída a hematita. Segundo ele, esse projeto está ancorado em três alicerces. “Ele vai permitir uma flexibilização para a empresa para que ela consiga aumentar sua capacidade produtiva. Manter sua capacidade atual. E a questão sustentável… é uma planta que nasce sem a disposição de rejeitos em barragem. Vamos dispor o empilhamento à seco”, disse, destacando, ainda, que, a partir de janeiro de 2020, a CSN não vai mais dispor os rejeitos em barragem.

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Gasoduto pode atrair investimentos internacionais e gerar milhares de empregos

No primeiro dia do 17º Fórum de Lideranças da América Latina, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília, o projeto para a implantação do gasoduto do Brasil Central foi destaque do Governo do Distrito Federal (GDF). Ao participar da abertura do encontro, o governador Ibaneis Rocha ressaltou seu interesse em abrir a economia do DF para investidores estrangeiros a fim de fomentar a economia regional, atraindo novos empregos e gerando renda bandeiras da sua gestão.

O governador lembrou que, com as reformas estruturantes deixadas em segundo plano pelos últimos governos do Brasil, faz-se necessário uma reavaliação para que o setor privado volte a ser chamado a investir na área de infraestrutura. “A única maneira de criar uma matriz de recursos no país é resgatar a nossa credibilidade.

No evento, que contou com a presença do vice-governador Paco Britto e de secretários de estado – como o de Desenvolvimento Econômico, Ruy Coutinho, o de Relações Internacionais, Pedro Rodrigues, e a de Turismo, Vanessa Mendonça –, Ibaneis responsabilizou a falta de investimentos no encalhe de projetos que não prosperaram. A ferrovia Norte-Sul, que se arrasta sem conclusão há mais de 30 anos, a Transnordestina, paralisada sem recursos, além da falta de atenção às áreas de óleo e gás.

“Cito o caso do Centro-Oeste, com uma população qualificada e possibilidades inúmeras, mas que não tem um gasoduto que interligue Minas Gerais à região e aí não nos permite trazer grandes indústrias, grandes investimentos, tudo isso por conta de uma política que não pensa a longo prazo, no desenvolvimento das populações”, disse o governador.

O gasoduto Brasil Central – que vai transportar combustível por 905 quilômetros entre São Carlos (SP) a Brasília (DF), tem orçamento inicial de US$ 1 bilhão (o equivalente a R$ 3,5 bilhões) e mercado para as áreas industrial, comercial e de veículos. O gás também poderá ser utilizado para a cogeração (processo de produção e utilização combinada de calor e eletricidade, proporcionando o aproveitamento de mais de 60% da energia térmica proveniente dos combustíveis utilizados nesse processo) de energia. O projeto prevê a passagem do gasoduto em pelo menos cinco grandes cidades, entre elas uma capital (Goiânia) e regiões de forte potencial econômico, como Ribeirão Preto e Uberaba – além da passagem em Itumbiara e Anápolis até chegar à capital do país.

“O gasoduto vai transformar a matriz energética da região por onde passará, vai possibilitar a implantação de novas industrias ao longo do trajeto e com a utilização de energia mais limpa e barata”, disse Ruy Coutinho. O gasoduto terá capacidade para transportar 5,7 milhões de metros cúbicos por dia.

O Fórum organizado pela empresa americana CG/LA segue até esta quinta-feira no Centro de Convenções do Brasil 21. No cardápio de opções apresentados pelo GDF para grandes investidores internacionais está a privatização da Companhia Energética de Brasília (CEB), da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), da iluminação pública da cidade e da implantação do VLT, entre outros.

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