Techint acaba de assinar com a Eneva e vai gerar mais de 1500 empregos

Com pronunciamento oficial e direto do diretor da Techint no Brasil, 1500 vagas de empregos serão geradas apenas na fase de implementação da termoelétrica em Boa Vista, Roraima
O mais novo contrato assinado pela Techint com a Eneva será para a execução do projeto da termoelétrica de Roraima, em Boa Vista, onde serão gerados mais de 1.500 empregos para o Brasil na sua fase de implantação. “Estou muito feliz e orgulhoso do trabalho realizado pela nossa equipe, que nos permitiu chegar a esse resultado”. disse Luis Guilherme de Sá, Commercial and Business Development Director Techint

Em 31 de Maio a Eneva foi uma das vencedoras do Leilão para Suprimento a Boa Vista e Localidades Conectadas, pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A empresa afirmou que fechou contrato com a Techint para a construção da usina, enquanto equipamentos críticos da ilha de potência do projeto serão fornecidos pela Siemens.

O leilão do governo federal para viabilizar soluções de suprimento de energia a Roraima fechou a contratação de uma potência nominal de 293,8 megawatts (MW), provenientes de nove empreendimentos que deverão demandar investimentos bilionários.

A companhia vai desenvolver em Roraima o projeto termelétrico Jaguatirica II, de e 132,3 MW, movido a gás natural, e abastecido com o gás produzido pela Eneva no campo de Azulão, no Amazonas.

O projeto deverá demandar um total de 1,8 bilhão de reais, sendo 40% em moeda estrangeira. A Eneva comercializou energia a um preço de referência de 798,17 reais por megawatt-hora, com receita fixa de 429,3 milhões por ano.

Complexo Parnaíba I, no Maranhão
A Techint E&C iniciará a construção de central termelétrica no Brasil. A empresa realizará o fechamento de ciclo em um dos maiores complexos térmicos de geração de energia a gás natural do país.

Em fevereiro de 2019, a Techint E&C foi adjudicada para a construção da central termelétrica Parnaíba V, no complexo Parnaíba I, localizado em Santo Antônio dos Lopes, no Maranhão. O início das obras está previsto para o segundo semestre deste ano.

O contrato é o resultado da adjudicação da Eneva no leilão de energia promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em agosto de 2018. Neste âmbito, a Techint venceu o processo de licitação realizado pela Eneva para um projeto EPC Turn Key de construção e montagem da planta Parnaíba V, que consiste no fechamento de ciclo da planta Parnaíba I, que hoje opera em ciclo aberto.

O único projeto a gás natural contratado no leilão, a UTE Parnaíba V, terá uma capacidade instalada de 386 MW. Os equipamentos serão fornecidos pela GE, que conta com vasta experiência em tecnologia de turbogeradores e em fechamento de ciclo.

Cabe esclarecer que a Eneva é uma empresa integrada de energia, com ativos de petróleo e gás e geração de energia. Além disso, é considerada a maior empresa privada de geração térmica do Brasil.

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PETROBRÁS CONTRATA A JAPONESA MODEC PARA CONSTRUIR O NAVIO-PLATAFORMA BÚZIOS 5

PETROBRÁS CONTRATA A JAPONESA MODEC PARA CONSTRUIR O NAVIO-PLATAFORMA BÚZIOS 5

19. JUN, 2019 0 COMENTÁRIOS

Estaleiro-Cosco-Dalian-entrega-FPSO-Cidade-de-Campos-à-Modec

A expectativa se concretizou. A Petrobrás assinou nesta semana uma carta de intenção com o grupo japonês Modec para o afretamento do navio-plataforma Búzios V, que irá atuar na Cessão Onerosa. A embarcação será instalada a cerca de 180 km da costa brasileira, em lâmina d’água de 1.900 metros, na Bacia de Santos. Este será o sétimo FPSO fornecido pela Modec ao pré-sal brasileiro.

Conforme o Petronotícias já havia antecipado em março, já existiam comentários nos bastidores do mercado de que a Modec ganharia o contrato. A plataforma será operada pela japonesa e afretada por até 21 anos. O FPSO terá a interligação de até 15 poços e contará com capacidade de processar até 150 mil barris de petróleo por dia e 6 milhões de m³/dia de gás natural. O início da produção está previsto para 2022.

Recentemente, a Petrobrás também anunciou a contratação da holandesa SBM para a construção do FPSO Mero 2, na área de Libra. O navio-plataforma será interligado a até 16 poços e terá capacidade de processar até 180 mil barris de petróleo por dia e 12 milhões de m³/dia de gás. O início da produção também está previsto para 2022.

A Modec também é a responsável pela construção do FPSO Carioca MV 30, que será implantado no campo de Sépia, a cerca de 250 km da costa do Rio de Janeiro, em lâmina d’água de aproximadamente 2.200 metros.

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Marinha localiza os módulos do FPSO P-71 da Petrobras

Marinha encontrou os dois módulos de geração de energia do FPSO P-71 da Petrobras que naufragaram próximo ao município de Itajaí, em Santa Catarina.
Os módulos encontrados pela Marinha referem-se ao fato atípico ocorrido na noite de 18 de maio, onde a barcaça sem propulsão Locar V que navegava transportando dois módulos de geração de energia (M-15 e M-16) do FPSO P-71 com destino ao Estaleiro Jurong, em Aracruz (ES), naufragou parcialmente, quando estava cerca de 120 km da costa de Itajaí – SC.

Segundo a Petrobras, todos os esforços estão sendo feitos para que não haja atraso na data prevista de entrada em operação da plataforma P-71, tampouco perda de receita para o consórcio.

“A Petrobras está mobilizando todos os recursos que tem à sua disposição para mitigar os eventuais efeitos decorrentes deste acidente e informará ao mercado caso ocorram impactos relevantes no seu Plano de Negócios e Gestão 2019-2023”.

“Os módulos estão sendo avaliados”, informou a Petrobras em nota nesta terça-feira, 28, ainda sem saber se vai poder reaproveitá-los.

Plano de negócios 2019-2023
Conforme o plano de Negócios da Petrobras 2019-2023 publicado no final do ano passado, a P71 justamente por problemas de atraso nas obras, não faz parte deste horizonte de negócios da companhia.

A boa notícia é que a Siemens, fabricante das turbinas geradoras, tem em seu poder para entrega imediata mais dois equipamentos idênticos, na Holanda, para fornecer a petroleira brasileira o que diminuiria um eventual atraso na data prevista de entrada em operação da plataforma.

A Siemens guarda geradores na Holanda que seriam usados em projetos cancelados de FPSOs replicantes. E há o interesse por parte do grupo alemão em oferecer os equipamentos para a Petrobrás. “Felizmente, a Siemens possui equipamentos disponíveis para aplicação imediata, potencialmente eliminando todo o custo envolvido com atraso de operação da plataforma”, afirma o CEO de Óleo e Gás da companhia, Christian Schöck.

A FPSO P71 faz parte do conjunto de cascos chamados replicantes e foi inicialmente construída no Estaleiro Rio Grande, no Rio grande do Sul, mas a Petrobras cancelou os contratos, após apontamentos de corrupção pela operação lava jato.

Hoje, a P71 está sendo reconstruída na China e o planejamento é que viria para o Jurong em 2020 para que fosse feita a integração dos módulos ao casco.

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Aumento da demanda de 40 por cento no Refino fará Brasil precisar de mais 4 refinarias

Estimativa é do superintendente adjunto da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Marcelo Cavalcanti, que aponta que o país terá esta demanda até o ano de 2040.
A declaração foi de Marcelo Cavalcanti, durante a participação no O&G Regulation International Benchmark Forum, organizado pelo IBP e a OGE, entre os dias 10 e 11 de junho, no Rio de Janeiro.
O superintendente adjunto da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), completou dizendo que o Brasil terá que aumentar sua capacidade de refino dos atuais 2,34 milhões de barris por dia para 3,27 milhões barris por dia até o ano de 2040.

O aumento de 40%, segundo a estimativa, irá gerar uma demanda de construção de quatro refinarias e acrescentou que: “Haverá certamente demanda para a construção de novas refinarias. Isso mesmo com os projetos do segundo trem de refino do Refinaria Abreu e Lima (RNEST) e também com o projeto do Comperj”.

O mercado do refino no Brasil passa por um momento de definição. A intenção do governo é vender suas participações e deixar de ter o monopólio do setor, o que segundo o Ministro da economia Paulo Guedes, não traz benefícios ao país.

Na semana passada o CADE aprovou a venda de oito refinarias da Petrobras e confirmou a posição do governo de acabar com o monopólio do refino.

Refino no Comperj ?
No mesmo dia, Roberto Castello Branco, presidente da Petrobras afirmou que o estudo de viabilidade para a construção de uma termoelétrica á gás no Comperj, ficará pronto até setembro e o novo empreendimento poderá ser feito com os chineses da CNPC.

Marcelo Cavalcanti, pertence a EPE (Empresa de Pesquisa Energética), que tem por finalidade prestar serviços na área de estudos e pesquisas destinadas a subsidiar o planejamento do setor energético, tais como energia elétrica, petróleo e gás natural e seus derivados, carvão mineral, fontes energéticas renováveis e eficiência energética, dentre outras.

O órgão foi criado, principalmente depois dos racionamentos e apagões ocorridos no início da década (2000 e 2001, atribuídos em parte à carência de planejamento. A EPE é um entidade independente, não subordinada a nenhuma empresa, apenas vinculada ao Ministério de Minas e Energia.
Fonte: site governo federal

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Segundo especialista, Construção de Usinas Nucleares desenvolveriam o Nordeste

Município de Itacuruba, em Pernambuco, seria o escolhido para receber até seis Usinas Nucleares, conforme intenção do governo em reviver o programa nuclear brasileiro.
Conforme o Click Petróleo e Gás informou, no mês de janeiro deste ano, o governo já faz, há algum tempo, estudos para escolher a localidade para suas novas plantas nucleares.
A intenção do atual governo é construir até oito Usinas Nucleares e segundo Carlos Mariz, o conselheiro técnico da Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan), que trabalhou na avaliação destes locais com a Coppe/UFRJ, o melhor local no Nordeste seria o município de Itacuruba, no estado de Pernambuco.

Segundo o especialista, o município foi escolhido, pois teria capacidade de abrigar até seis plantas e está em conformidade com os parâmetros da Coppe/UFRJ, em relação a disponibilidade de água, certa distância da população, estabilidade tectônica e outros fatores.
Além disso, naquele local existe linha de transmissão próxima, estradas, cidades com boa infraestrutura ao redor, tem água e fundação com terreno não arenoso.

Suape do Sertão
Ele declarou ainda que o Nordeste seria imensamente beneficiado pela implantação das Usinas Nucleares, pois o Município escolhido se transformaria em uma nova Suape do sertão, devido ao imenso benefício socioeconômico que este projeto poderia trazer para a região Nordeste.

Mariz declarou que “Uma usina dessa vai demandar uma infraestrutura e muitos trabalhadores em torno da obra” e que “seria criado um polo em torno da usina, com indústrias e construções”.

O especialista falou ainda sobre a importância da energia nuclear para o Brasil e citou o exemplo da China, que tem o maior programa nuclear do planeta, disparado. São 45 usinas em operação e outras 13 em construção. E ainda planeja fazer mais 170.

Mesmo o Nordeste sendo um potencial gerador de energia hidrelétrica, eólica e solar, Mariz declarou que estas fontes são intermitentes e quanto maior estas fontes maior será o impacto, ou seja, chuvas, ventos e sol não são controláveis e podem gerar quedas repentinas e citou o Rio São Francisco que está cada vez mais restrito em relação a geração de energia.

Mesmo sendo alvo da escolha, o município de Itacuruba ganhou a defesa do governo do estado de Pernambuco que não é favorável a implantação da Central Nuclear no estado, inclusive declarou que a Constituição Estadual, através do Artigo 216, veda a instalação de usinas nucleares em todo o território pernambucano.

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Vale planeja construir um porto e uma ferrovia para atender Carajás Serra Sul, no Pará

Depois de anúncio de duplicação da produção de Carajás Serra Sul, Vale já estuda construir porto e ferrovia no Pará para atender o aumento da demanda
Ontem (18/06), a mineradora Vale anunciou que está planejando fazer uma ferrovia e um porto no Pará para atender possível expansão da capacidade de produção de Carajás Serra Sul, para 150 milhões de toneladas por ano.
Com 400 Km de extensão, a ferrovia irá interligar a Estrada de Ferro Carajás (EFC) ao Porto da Vila do Conde e contribuirá com o difícil escoamento do Porto de Ponta da Madeira, no Maranhão, que é hoje utilizado pela Vale para escoar o minério de sua maior mina.

Há um mês atras a Vale anunciou estudos para dobrar a produção (após 2020) na Serra Sul de Carajás, no Pará, onde está a mina gigante S11D, em Canaã dos Carajás (PA), para 150 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.

Investimentos no Norte do Brasil
A expansão das atividades no norte do Brasil pela mineradora Vale, foi anunciada no momento em que, diversas operações da empresa estão paralisadas em Minas Gerais devido ao estado de suas barragens.

O anúncio chega também um mês após a Vale ter assinado um acordo com os chineses da CCCC (China Communications Construction Company) para a implantação de uma laminadora de aço em Marabá, também no Pará.

Durante a assinatura do entendimento nem os chineses, nem a Vale souberam informar de onde viria o aço que será usado na laminadora, o que fez o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro, afirmar que acredita que o projeto precisaria exportar a partir de infraestrutura de minério da Vale.

Especula-se que ferrovia que será construída deve ser utilizada para trazer o aço a ser laminado e depois exportar o produto, mas a Vale não esclareceu como será esta logística.

Fonte: click o petróleo

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ODEBRECHT ENGENHARIA PODE VOLTAR A DISPUTAR CONTRATOS DA PETROBRÁS AINDA NESTE ANO

Em meio a um cenário de incertezas para o grupo Odebrecht, que está atolado em dívidas, uma boa notícia animou o clima em uma das empresas do conglomerado. A Odebrecht Engenharia & Construção (OEC) está em negociações com a Petrobrás para poder a disputar os contratos da estatal ainda neste ano. Um encontro entre representantes das duas organizações será realizado em breve para demonstrar os avanços da construtora em termos de compliance e governança.

Para lembrar, o grupo Odebrecht assinou em 2016 um acordo de leniência após os desdobramentos da Operação Lava Jato. Desde então, a OEC e outras subsidiárias do conglomerado passaram a reforçar as medidas do Sistema de Conformidade e Governança. A empresa diz que desde que assumiu o compromisso público de combater a corrupção, foi criado “um novo sistema mais robusto, em linha com o de empresas de capital aberto”.

A OEC corre contra o tempo para demonstrar à Petrobrás as mudanças que tem adotado nos últimos anos, com o objetivo de participar as futuras licitações da petroleira ainda neste segundo semestre. Os novos negócios com a estatal podem dar um novo fôlego para a saúde do braço de engenharia e construção do grupo.

Enquanto isso, existe a possibilidade de que a holding Odebrecht entre em um processo de recuperação. O presidente do banco Bradesco, Octavio de Lazari, afirmou nesta semana, após uma palestra em São Paulo, que os bancos credores estão buscando uma recuperação extrajudicial, “para que todos os atores possam sentar-se à mesa e chegar a um ajuste, com concessão de mais prazo e condição de pagamento diferenciada”.

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ANP autoriza e Alvopetro vai começar obra de gasoduto de 11 Km na Bahia

Alvopetro recebe autorização e obras de gasoduto que interligará o campo de Caburé, em Camaçari, à UPGN de mata de São João, na Bahia

Depois de conseguir a autorização ambiental do Inema, com dois meses de atraso, chegou a hora da Alvopetro conseguir a autorização da ANP para iniciar a construção do empreendimento.
O gasoduto interligará a produção de gás dos campos de Cardeal do Nordeste, Caburé, Caburé Leste e uma extensão do reservatório no bloco REC-T-212, todos na Bacia do Recôncavo, até a UPGN da Alvopetro em Mata de São João, onde o gás será tratado antes de ser encaminhado a BahiaGás (distribuidora do estado).

A autorização da ANP foi concedida após uma reunião nesta quarta-feira (12/06) e a Alvopetro terá direito a uma parcela do gás a partir de um acordo de individualização da produção com a Imetame, que também desenvolve um projeto na região.PUBLICIDADE

O empreendimento que segundo a Alvopetro sofreu um atraso devido a demora na liberação da licença ambiental, compreende em um duto de 11 Km de extensão e um novo planejamento prevê o início das obras no início de 2020.

O campo de caburé

A Alvopetro é dona de 49% do campo de gás de Caburé, na bacia do Recôncavo e de 100% de blocos adjacentes, o que leva a empresa a prever excelentes oportunidades de desenvolvimento na Bahia.

Toda a infraestrutura de transporte e processamento do gás será de propriedade também da Alvopetro.

A responsabilidade da construção será da Enerflex que será também a operadora e do duto e das instalações, cujos equipamentos primários já foram montados e testados fora do país, mas ainda não foram enviados para a localidade, que recebeu por enquanto somente os tubos para a fabricação dos dutos.

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Petrobras planeja US $ 105 bilhões em investimentos até 2023

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Petrobras planeja US $ 105 bilhões em investimentos até 2023

Por Irina Slav – 12 de junho de 2019, 3:00 PM CDT

PBR

Petrobras do Brasil planeja investir um total de US $ 105 bilhões em cinco anos para 2023 e alienar ativos no valor de US $ 35 bilhões, presidente-executivo Roberto Castello Branco disse esta semana,citado pela Reuters. Antes de Branco assumir o comando, o programa de investimento de cinco anos ficou em US $ 84,1 bilhões e os desinvestimentos foram planejados em US $ 26,9 bilhões.

A notícia vem na esteira de um acordo que a Petrobras fechou com o regulador antitruste brasileiro que permitirá a venda de vários ativos de downstream em uma oferta, segundo a companhia, para incentivar uma maior concorrência no setor. Os ativos à venda incluem oito refinarias em sete estados.

Na semana passada, a empresa também eliminou um grande obstáculo a outros desinvestimentos quando a Suprema Corte do Brasil determinou que a Petrobras poderia vender suas subsidiárias sem ter primeiro que obter aprovação do Congresso.

Esta última notícia é bem recebida pelo novo governo brasileiro, que tem ambiciosos planos de privatização. Em janeiro, o secretário de privatização, Salim Mattar, disse que a Petrobras deveria vender a maior parte de suas 36 subsidiárias como parte do plano do governo de gerar US $ 20 bilhões em vendas de ativos das empresas estatais neste ano.

Curiosamente, o novo presidente-executivo da Petrobras, que assumiu o comando em janeiro, advogou pela privatização total do gigante energético estatal. No entanto, desde que ele foi escolhido para liderar a empresa de petróleo, Castello Branco  descartou  uma privatização da Petrobras, mas ainda quer vender ativos não essenciais da empresa para reduzir sua dívida líquida maciça de  US $ 72,888 bilhões  no final do terceiro. trimestre de 2018.

A Petrobras é a empresa de petróleo listada mais endividada do mundo. Desde que ele foi escolhido para liderar a empresa de petróleo, no entanto, Castello Branco descartou uma privatização da Petrobras, mas ainda quer vender ativos não essenciais da empresa.

O primeiro ativo na linha após a decisão da Suprema Corte provavelmente seria a unidade de gasodutos da Petrobras, a TAG, que a empresa havia concordado anteriormente em vender para a francesa Engie por US $ 8,6 bilhões.

Por Irina Slav para Oilprice.com

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EXECUTIVO DA PETROBRÁS FALA NA ABENDI

Executivo da Petrobras fala, na Abendi, sobre os investimentos no pré-sal O gerente geral da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bacia de Santos da Petrobras, João Ricardo Barusso Lafraia, realizou hoje, pela manhã, na Abendi, a palestra “Os desafios do pré-sal na Bacia de Santos’’, a convite do Comitê Técnico Óleo e Gás da instituição. Entre os destaques da apresentação estavam: indicadores de crescimento de produção, licenciamento ambiental, consumo energético e a criação do Centro Tecnológico da Baixada Santista (CTBS). ‘’Temos expectativa de atingir 2,8 bilhões de barris de óleo equivalente até o fim deste ano. Isso será uma marco pra nós’’, ressaltou o executivo.

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