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Inmetro Projeto faz parte de um amplo programa de modernização da legislação sobre a ciência da medição, que afeta o cotidiano das empresas e dos cidadãos.

Projeto faz parte de um amplo programa de modernização da legislação sobre a ciência da medição, que afeta o cotidiano das empresas e dos cidadãos.

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

08 de maio de 2019 | 03h00

Em uma iniciativa sensata, a presidente do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), Angela Furtado, anunciou um projeto de revisão do emaranhado de regras relacionadas à qualidade, à segurança e ao desempenho dos produtos comercializados no País. A autarquia é vinculada ao Ministério da Economia e o projeto faz parte de um amplo programa de modernização da legislação sobre a ciência da medição, que afeta o cotidiano das empresas e dos cidadãos. 

A ciência da medição envolve o cálculo da velocidade de um automóvel, do tempo de cozimento de alimentos, da temperatura de uma geladeira e do consumo de energia elétrica, por exemplo. Também permite saber se a quantidade de arroz na embalagem é a mesma mencionada no rótulo e se os valores informados na bomba de combustível ou na balança de um supermercado e de uma padaria são corretos.

Atualmente, há em vigor cerca de 300 regulamentos baixados pelo Inmetro. Eles cobrem 647 tipos distintos de produtos, o que dá mais de uma regra para cada duas categorias. Na área de produtos para crianças, por exemplo, existem quase 300 mil marcas certificadas pelo órgão. Segundo as estimativas do Inmetro, o volume de vendas de produtos que estavam dentro de sua jurisdição regulatória, em 2015, totalizou R$ 460 bilhões.

A implementação do projeto está prevista para o segundo semestre e a primeira medida será a desburocratização dos processos de registro e autorização de produtos. A estratégia foi inspirada no modelo de regulação adotado na União Europeia. Em vez de ter um regulamento específico para cada produto, como ocorre entre nós, a ideia é ter regras e dispositivos mais amplos, abrangendo categorias de produtos.

Hoje, brinquedos, berços e artigos de festas têm um regulamento específico para cada item. Já na União Europeia, com apenas 22 regulamentos gerais, eles integram a categoria de produtos infantis. Dependendo do setor, como o químico, o elétrico e o metalúrgico, os regulamentos gerais podem, quando for o caso, ser eventualmente complementados por normas específicas.

Com a desburocratização e a substituição de regulamentos específicos por normas gerais, o Inmetro pretende mudar sua forma de atuação. Em vez de concentrar a atenção no controle prévio de cada produto, que resulta num imenso cipoal regulatório, o objetivo é adotar uma vigilância posterior mais rigorosa, por meio de acordos de fiscalização com entidades de classe e entidades privadas. “Regulação mais flexível não se confunde com bagunça e anarquia”, afirmou a presidente do Inmetro em entrevista ao jornal Valor.

Quando a implementação do projeto estiver concluída, diz ela, os fabricantes ou importadores poderão fazer uma autodeclaração de que seus produtos estão de acordo com a regulamentação. Pela legislação em vigor, esses certificados dependem de testes e ensaios em laboratórios, o que leva tempo e tem um alto custo. Em média, um registro no Inmetro demora pelo menos seis meses. E, dependendo do setor, o prazo pode chegar a dois anos, o que é incompatível com os produtos que têm um ciclo de vida útil de três anos.

Pelo projeto, quando houver necessidade, fabricantes e importadores poderão fazer testes numa rede de 2 mil laboratórios autorizados pelo órgão. Só os produtos com riscos específicos, como os dos setores químico e elétrico, passarão obrigatoriamente pelo processo de certificação com base em ensaios. Já o trabalho de vigilância será feito com base na análise de bancos de dados com informações sobre acidentes de consumo e no monitoramento de plataformas digitais que divulgam reclamações e avaliações de consumidores.

A iniciativa do Inmetro se insere no rol de reformas microeconômicas de que o Brasil tanto necessita para reduzir os custos de produção e diminuir a insegurança jurídica causada por uma malha normativa anacrônica e asfixiante. Ela favorece consumidores e produtores, ao mesmo tempo que propicia melhorias no ambiente de negócios.

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Aker Solutions e FSubsea criam nova empresa FASTSubsea

A empresa de engenharia norueguesa Aker Solutions fez uma parceria com a empresa de reforço submarino FSubsea para criar um empreendimento focado na recuperação de petróleo.
Foi revelado no mês de Abril, que a Aker Solutions e a sua compatriota FSubsea concordaram em criar uma nova empresa para ajudar as operadoras a aumentar a recuperação de petróleo de uma maneira “mais rápida, mais simples e mais ecológica”. A nova empresa, FASTSubsea, combina o sistema de acoplamento Hydromag da FSubsea e a tecnologia hidráulica da Aker Solutions para criar o que a empresa descreve como “o primeiro sistema de reforço multifásico do mundo”.

O que se espera da FASTSubsea
Espera-se que este sistema de incentivo reduza a despesa de capital pela metade e permita o reforço submarino em áreas sem espaço disponível no topo, permitindo que as empresas de petróleo e gás usem os poços existentes com mais eficiência e reduzam as emissões de dióxido de carbono.

Alexander Fuglesang, diretor administrativo da FASTSubsea, disse: “A criação da FASTSubsea nos permite aumentar nossa velocidade para o mercado, reduzir riscos e reduzir o investimento em instalações de testes multifásicos.” As empresas afirmam que as soluções da FASTSubsea permitirão a disseminação da tecnologia de reforço submarino, que raramente vê seu uso devido a requisitos de equipamentos de topo em plataformas e embarcações.

Em um comunicado, a FSubsea disse: “A tecnologia de bombeamento submarino multifásico tem o potencial de aumentar as taxas de recuperação de petróleo em mais de 20%, contudo, custos, limitações de espaço e soluções complexas significam que bombas multifásicas são instaladas em menos de 30 dos mais de 1.500 campos marítimos do mundo. “Com FASTSubsea, isso está prestes a mudar.”

John Macleod, diretor de tecnologia da Aker Solutions, disse que “combinar a experiência em sistemas submarinos e a instalação de testes multifásicos da Aker Solutions com a tecnologia Hydromag da FSubsea e a mentalidade enxuta beneficiarão ambas as empresas”.

“A FASSTSubsea tem o potencial de se tornar uma adição valiosa para o nosso portfólio de soluções de recuperação”, acrescentou ele.

O acordo
A Aker Solutions e a FSubsea detêm 50% das ações da FASTSubsea, sendo que o conselho de administração possui igual número de representantes da FSubsea e da Aker Solutions.

A FSubsea e a Aker Solutions continuarão a vender seus produtos separados de reforço submarino diretamente ao mercado. A bomba multifase da FASTSubsea será comercializada para operadoras e integradores submarinos através da Aker Solutions, bem como através do empreendimento combinado.

O acordo está sujeito à aprovação das autoridades de concorrência norueguesas.

O objetivo da Aker Solutions é maximizar a recuperação e a eficiência dos ativos de petróleo e gás, utilizando sua expertise para desenvolver soluções sustentáveis ​​do futuro, de acordo com seu website. A empresa emprega aproximadamente 15.000 pessoas em mais de 20 países.

A FSubsea foi criada em Oslo, na Noruega, em 2013, como um spin-off do Fuglesangs Group. A estratégia da empresa é fornecer os sistemas de reforço autônomos, modulares e robustos para o processo submarino global, offshore não tripulado, perfuração submarina e mercados de escavação em águas profundas, de acordo com seu website.

A Rystad disse na segunda-feira, 08 de Abril, que as descobertas globais de petróleo no primeiro trimestre alcançaram um robusto número de 3,2 bilhões de barris de óleo equivalente (boe). Se o restante de 2019 continuar no mesmo ritmo de descobertas de petróleo do primeiro trimestre, o ano excederá os recursos descobertos em 2018 em 30%
Fonte: Click Petroleo

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Terminal Multicargas do Açu recebe primeiro navio da rota Antuérpia – Açu

Embarcação estava carregada com turbina a gás da termelétrica em construção no Complexo; terminal se consolida como melhor opção para carga geral
São João da Barra, neste mês de maio de 2019 – O Terminal Multicargas (T-MULT) do Complexo do Porto do Açu, localizado no Norte Fluminense, recebeu nesta semana a embarcação BBC Amethyst, que trouxe a primeira turbina a gás da UTE GNA I, principal equipamento que irá compor a ilha de energia da termelétrica em construção no complexo pela Gás Natural Açu (GNA).

A embarcação foi a primeira da rota Porto da Antuérpia – Porto do Açu. Além da turbina, o navio estava carregado também com outros equipamentos e peças para a termelétrica. Toda a operação de descarregamento foi realizada por colaboradores do T-MULT, que são treinados para atuar com diferentes cargas, como granéis sólidos, cargas de projetos e carga geral.

“Esta operação foi um importante marco, não somente pela relevante carga que movimentou, mas também por ser a primeira embarcação a fazer a rota entre a Antuérpia e o Açu, portos parceiros desde 2017. O Porto do Açu está localizado estrategicamente no Sudeste do Brasil, próximo aos principais campos de petróleo, e reúne componentes que são vantajosos em termos de movimentação de cargas, logística e indústria, e isso certamente é importante para o desenvolvimento de ambos os portos. Temos certeza que muitas operações ainda serão realizadas a patir desta rota”, afirmou Tadeu Fraga, CEO da Porto do Açu Operações.

Para Tessa Major, diretora comercial da Porto do Açu Operações, “ambos os portos têm profundo conhecimento em movimentação de cargas de projeto e visam o crescimento sustentável. Além disso, os diferenciais competitivos do Açu, que foi desenvolvido no conceito porto-indústria, foram decisivos para o sucesso desta operação”, afirmou.

A turbina, fabricada pela Siemens, foi transportada, na primeira parte do trajeto, por uma barcaça vinda de Mülheim, Alemanha, para o terminal Katoen-Natie, em Antuérpia, onde foi posteriormente carregada no porão da embarcação da BBC. Com capacidade de 1,3 GW, a planta termelétrica começa a operar em 2021 e poderá abastecer aproximadamente 6 milhões de residências.
Fonte: Informativo Prumo

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Licitação do Pool de sondas da Petrobras tem empate entre seis equipamentos

Em classificação inédita em licitações de sondas promovida pela Petrobras, seis sondas terminam em primeiro lugar, agora estatal pode contratar mais do que o previsto
Em decisão inédita neste tipo de contratação, a Petrobras classificou seis sondas em primeiro lugar na licitação para contratar equipamentos com capacidade para operar em 2 mil m de lâmina d’água.
Não se tem registro em licitações anteriores de um empate entre este número de pretendentes, mas pode ser vantajoso para os candidatos já que podem haver um número maior de sondas contratadas, ao invés das duas originalmente estabelecidas.

A licitação, conhecida como “pool” de sondas, pois as mesmas não teriam local fixo para operar, teve momentos complicados, com o recurso impetrado pela Ocyan, que obrigou a Petrobras a qualificar o grupo brasileiro e também como o da decisão de manter a desqualificação da China Oil Field Services Limited (COSL).

Segundo o boletim publicado pela comissão de licitação, o empate em primeiro lugar entre seis equipamentos trouxe a seguinte relação: a Alpha Star, Gold Star e Amaralina Star, da Constellation, a Norbe VI, da Ocyan, a Lone Star, também ofertada pela Constellation e a Catarina, da Petroserv (Ventura).

As taxa diárias ofertadas pelas empresas ficaram entre US$ 135 mil/dia a US$ 194 mil/dia, sem levar em conta o custo da mobilização, e de US$ 141 mil/dia a US$ 201 mil/dia, já com o valor total.

A sétima sonda ofertada e que ocupou o segundo lugar foi a Laguna Star (Constellation), em terceiro a West Tellus, da Seadrill, em quarto a Deepwater Athena, da Transocean/Ocean Rig e as sondas Noble Danny Adkins e Noble Jim Day, da Noble, em quinto e sexto lugares, respectivamente.
Do segundo ao sexto lugar, as taxas diárias ofertadas ficaram acima de US$ 200 mil/dia.

Oferta em excesso de sondas pode suprir outra licitação
Comenta-se que a Petrobras possa, tendo em vista o número de sondas ofertadas nesta licitação, cobrir as faltas ocasionadas pelos altos valores do leilão de sondas ancoradas (para águas rasas) realizado sob o modelo de leilão reverso na metade do deste mês.

Outro fator que pode fazer a Petrobras aproveitar estas ofertas para contratar além do esperado, foi a decisão tomada na semana passada de aprovisionar R$ 1,3 bilhão para a Sete Brasil, pois a empresa não estaria mais contando com as sondas que estão sendo leiloadas em fase de construção na Brasfels e no Jurong, devido as baixas propostas que recebeu.

Após a divulgação do resultado da licitação, agora irão começar as negociações, mas antes a Petrobras tem até o dia 05 de maio para receber as propostas validadas pelas empresas, que deverão disponibilizar os equipamentos em setembro e optar pelo contrato de um ano, podendo ser renovado por mais um ou por um contrato de dois anos firmes.

Outro assunto a se resolver é o fato de que algumas das sondas ofertadas estão participando de outras licitações ou estão sob contrato fora do Brasil, como por exemplo, é o caso da sonda Catarina, pertencente a Petroserv que acaba de ser contratada pela Eni.

Em relação as sondas da Sete Brasil, a proposta da Magni Partners levou vantagem sobre a do Estaleiro Brasfels de Angra dos Reis, mas ficou 54% abaixo do piso mínimo e vai precisar da aprovação dos credores !

Fonte: Click petroleo

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A empresa Estrutural contrata offshore e na área de obras – Não falsifiquem seus cursos e certificados

As atividades e contratações acontecem em duas frentes distintas da empresa Estrutural Serviços Industriais, mas tanto para à área de obras quanto offShore, é necessário entender e ler a matéria minuciosamente

Novas vagas quentes e totalmente atualizadas promovidas pela Estrutural,  Estivemos na empresa ontem(25) para constatar a veracidade em Macaé e as outras oportunidades, vide o veículo de comunicação oficial da empresa. Mas há observações importantes que devem ser entendidas e um tanto quanto “chatas”, usando uma expressão coloquial, portanto, leiam com atenção absoluta!

Vagas em aberto na Estrutural

Vagas Offshore ⇒ Caldeireiro , Caldeireiro N1 e N3, Eletricista, Eletricista N1 e N2, Instrumentista, Instrumentista  N1 e N2, Montadores de Andaimes, Pintores Isoladores Instaladores de Revestimentos N2, Planejador Profissional Senior, Soldadores, Soldadores N2, Supervisor N3, Supervisor Onshore, Técnico em Logística, Técnico Mecânico, Técnico Mecânico N1 e N2. Currículos para [email protected].

SUPERVISOR DE PRODUÇÃO / CALDEIRARIA, TRAINEE DE ENGENHARIA, ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO, TÉCNICO DE PLANEJAMENTO, COORDENADOR DE PLATAFORMAS, ADMINISTRATIVO DE OBRAS  Estas se encontram no portal oficial e podem ser enviadas para o e-mail [email protected].

Funcionários demitidos por falsificarem cursos, qualificações e certificações

Em frente a empresa ontem, encontramos várias pessoas esperando para entrar na base, alguns para entrevistas, outros para admissional e etc. No meio da conversa, ficamos sabendo que várias colaboradores estavam sendo desligados da empresa porque falsificaram o CBSP, HUET, NR’s e até mesmo cursos do SENAI, e é claro o famoso “esquenta Carteira”.

Isso em outros tempos poderia até funcionar, mas com os acontecimentos recentes,  todas as prestadoras de serviços estão sob regime de resiliência, boas práticas e integridade é fundamental para elas manterem seus contratos e falsificar documentos é crime! Qual empresa vai querer se associar a empregado nesta situação?

Além disso, estes dados podem ser consultados facilmente com a instituição de ensino ou pelo CNIS, por tanto, pare agora e se qualifique de forma honesta, por mais difícil que seja. Essa prática também “queima” o seu perfil, pois muitos RH’s pedem indicações a outras pessoas, até mesmo ligam para à empresa anterior a fim confirmar a veracidade do que foi apresentado nos processos seletivos.

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Até 2025 encomendas da construção naval serão dominadas por navios movidos á gás

Reforçando a tendência de normas ambientais mais rigorosas para o transporte marítimo, companhias de navegação acenam que 60% das novas encomendas á construção naval sejam de navios movidos a GNL
Segundo um relatório feito pela Korea Development Bank e da Korea Trade-Investment Promotion Agency, 60,3% das novas encomendas de navios aos estaleiros até o ano de 2025, serão de embarcações movidas a GNL.
O estudo sul coreano se deve ao fato da adoção de padrões ambientais mais rigorosos, visto que a Indústria marítima está sendo considerada uma das maiores vilãs do aquecimento global e obrigaram as operadoras a procurar por fontes alternativas de energia.

Sendo assim, é estimado pelo estudo, que foi baseado em dados da Clarksons e da Sociedade Classificadora Lloyd’s Register (LR), que seriam construídos até 1.925 novos navios abastecidos com GNL no mundo.
Os estaleiros coreanos já se mostram otimistas com os números e esperam construir 60% destes novos navios, reforçando ainda mais a sua liderança mundial na construção naval.

A demanda por navios movidos a GNL representaria um efeito dominó na construção naval naval, pois aumentaria também a demanda por construção de navios transportadores de GNL.

A estimativa é que o aumento na encomenda deste tipo de embarcação gire em torno de dez vezes, o que significaria passar de 313 mil tpb em 2016 para 3,2 milhões de tpb em 2030.

O GNL como combustível naval

A matéria está ganhando destaque á medida que as companhias de navegação estão sendo pressionadas a operar com embarcações que gerem menos poluentes.
No ano passado, mais precisamente em novembro, o governo coreano no intuito de contribuir com a construção naval do país, divulgou um planejamento de encomendar 140 avios movidos a GNL até 2025.

De acordo com a regulamentação da Organização Marítima Internacional, a partir de 1º de janeiro de 2020, existirá a obrigatoriedade de que os navios utilizem combustível com um teor máximo de enxofre de 0,5%, abaixo do limite atual de 3,5%.
O GNL aparece como uma solução viável visto que é isento de emissão de enxofre e emite também 20% menos gases que provocam o efeito estufa se comparado ao óleo combustível atualmente usado na navegação.


Fonte:
clickpetroleoegas

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CRESCIMENTO NO MERCADO DOS SETORES QUÍMICO E GÁS

ABIQUIM APOIA CRIAÇÃO DO NOVO MERCADO DO GÁS E VÊ CRESCIMENTO DO SETOR QUÍMICO NO BRASIL

12. ABR, 2019 0 COMENTÁRIOS

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A indústria química nacional está apoiando a iniciativa da criação de um Comitê de Promoção da Concorrência do Mercado de Gás Natural no Brasil, anunciado esta semana pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). A medida faz parte do programa Novo Mercado de Gás no Brasil, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia, desenvolvido em conjunto com o Ministério da Economia, a Agência Nacional do Petróleo (ANP), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para a formação de um mercado de gás natural aberto, dinâmico e competitivo. A indústria química é o setor que mais consome gás no Brasil, pois utiliza esta riqueza tanto como matéria-prima como energia.

Fernando Figueiredo, presidente executivo da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), disse que  “Há muitos anos a Abiquim vem lutando para a promoção de uma política de gás natural que promova a retomada do desenvolvimento econômico por meio do aumento da concorrência no setor”. Segundo Figueiredo, o projeto deverá tornar obrigatória a extração do etano contido no gás acima de um limite técnico, como ocorre em todos os países do mundo, pois esta é uma matéria-prima essencial para o crescimento do setor. “Podemos citar o exemplo dos Estados Unidos. A extração do etano contido no shale gas foi o motor da retomada do desenvolvimento industrial norte-americano e não apenas do setor petroquímico”.

Para a Abiquimos resultados esperados do programa são: o aproveitamento do gás dos campos do pré-sal, da Bacia de Sergipe e Alagoas e de outras descobertas relevantes; novos investimentos em infraestrutura de escoamento, processamento e transporte de gás natural; aumento da geração termelétrica a gás com redução do preço da energia; e reindustrialização dos setores de celulose, cerâmica, fertilizantes, petroquímica, siderurgia, vidro, entre outros.

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Para lembrar, o Novo Mercado de Gás está fundamentado em quatro pilares:

– Promoção da concorrência;

– Harmonização e aperfeiçoamento da regulação da distribuição;

– Integração com o setor elétrico e com o setor industrial;

– Eliminação de barreiras tributárias.

O Comitê constituído no âmbito do CNPE, Conselho Nacional de Política Energética, que terá prazo de até 60 dias para concluir suas atividades, contribuirá para a aceleração da transição para o novo mercado e terá competências para:

– Propor medidas de estímulo à concorrência no mercado de gás natural;

– Encaminhar ao CNPE recomendações de diretrizes e aperfeiçoamento de políticas energéticas voltadas à promoção da livre concorrência no mercado de gás natural;

– Propor ações a entes federativos para a promoção de boas práticas regulatórias.

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Mercados de petróleo poderiam ver déficit em 2019

O excedente de oferta de petróleo está “começando a se reverter”, segundo um novo relatório do Bank of America Merrill Lynch.

O banco de investimento observou que os preços do petróleo entraram em colapso no final de 2018 não apenas devido a um problema de excesso de oferta, mas também devido a outros “fatores não fundamentais”, incluindo a venda de posições compradas por fundos de hedge e outros gerentes de mercado. medo e incerteza em mercados financeiros mais amplos. Ainda assim, a linha de fundo foi que o mercado de petróleo viu um excesso mais uma vez surgir no quarto trimestre.

No entanto, “agora o superávit de 1,3 milhão de b / d no 4T18 está começando a se reverter”, os analistas do Bank of America Merrill Lynch escreveram em nota de 10 de janeiro. Na verdade, o banco diz que os cortes da Opep + podem se traduzir em um “déficit menor” para 2019. “Com o posicionamento dos investidores refletindo uma baixa, os preços do Brent já se recuperaram acima de US $ 60 / bbl e nós retemos nossos US $ 70 / bbl previsão média para 2019 ”, escreveu BofAML.

As previsões de preço do petróleo variam um pouco, mas uma dúzia de bancos de investimento concorda em grande parte que a liquidação no final de dezembro, que empurrou o Brent para US $ 50 por barril, foi longe demais. O BofAML está apostando que o Brent está de volta a US $ 70 por barril.

No entanto, o banco de investimento emitiu uma advertência bastante significativa. Essa avaliação é baseada na suposição de que a economia global não vai piorar. Analistas do BofAML disseram que o Brent pode cair para até US $ 35 por barril se o crescimento do PIB mundial cair de 3,5% para 2%.

Nesse ponto, ninguém sabe se a economia mundial está diminuindo tanto, mas há um número crescente de indicadores que pelo menos sugerem que tal desaceleração é possível. Os dados recentes da China mostrando uma desaceleração chocante nas importações e exportações são desanimadores. As exportações caíram 4,4 por cento em dezembro ante o ano anterior, enquanto as importações caíram 7,6 por cento, sugerindo que a segunda maior economia do mundo está começando a se enfraquecer um pouco.

No entanto, os fundamentos do mercado de petróleo, como estão, não parecem excessivamente pessimistas. O Bank of America Merrill Lynch estima que a oferta da Opep + cairá em 2,6 milhões de barris por dia (mb / d) no quarto trimestre deste ano em comparação com o quarto trimestre de 2018. Esse número inclui os 1,2 mb / d de após cortes, além de perdas substanciais do Irã e da Venezuela. Essas quedas significativas, combinadas com o crescimento mais lento dos xistos nos EUA e um aumento constante na demanda, devem ser suficientes para levar a balança de petróleo a um território deficitário, conclui o BofAML.

“Em uma base líquida, vemos um crescimento global anual da oferta de petróleo de apenas 400 mil b / d em 2019 e um déficit acumulado nos meses de verão”, disse o banco.

Além disso, o excedente de oferta que emergiu no final de 2018 foi muito menor do que o ocorrido entre 2014 e 2016. O excedente mais recente totalizou talvez 200 milhões de barris, em comparação com um excedente de cerca de 1 bilhão de barris no período 2014-2016, de acordo com o Scotiabank. Nesse contexto, apagar o excesso deve ser mais fácil de alcançar.

Como tal, os altos funcionários da OPEP + não parecem muito preocupados. “O sentimento do mercado hoje está sendo moldada por preocupações excessivas sobre a demanda, subestimação do impacto dos cortes de fornecimento acordadas, e uma leitura errada das tendências de oferta e demanda que faz com que as ações contrafactuais por jogadores financeiros”, ministro do petróleo saudita Khalid al-Falih disse na Fórum Global de Energia 2019 do Atlantic Council em Abu Dhabi.

“Em outras palavras, se olharmos para além do ruído dos dados e vibrações semanais no mercado, e do comportamento dos especuladores como um rebanho, continuo convencido de que estamos no caminho certo e de que o mercado de petróleo retornará rapidamente ao equilíbrio, ” ele disse.

Uma das principais variáveis ​​a observar são os níveis de exportação de petróleo do Irã. As renúncias concedidas a países importadores de petróleo do Irã expiram em maio. O principal funcionário dos EUA que lida com as sanções do Irã, Brian Hook, insinuou na mesma conferência em Abu Dhabi que o governo americano não seria tão indulgente desta vez. “Tudo o que posso dizer é que, certamente, quando temos um mercado de petróleo melhor abastecido, isso nos colocará em um caminho melhor para [reduzir as exportações de petróleo iraniano] a zero”, disse Hook .

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A britânica Chariot que perfurar na Bacia de Barreirinhas, no Maranhão

Após grande descoberta de um novo prospecto na bacia sedimentar de Barreirinhas na região do Maranhão, a empresa agora busca parceiros para atividades de perfuração em águas profundas
A britânica Chariot Oil & Gas está à procura de parceiros para exploração em blocos de águas profundas do Brasil, na região do Maranhão, onde está se concentrando em um prospecto com muitos ativos. O player de Londres, atuou em várias descobertas da Namíbia e do Marrocos no ano passado, agora planeja perfurar no Brasil, na bacia de Barreirinhas. A Chariot arrematou os blocos BAR-M 292, 293, 313 e 314 na 11ª rodada de licitações offshore no Brasil em 2013.

“Este portfólio consiste em sete alvos prospectivos de reservatórios em uma variedade de configurações puramente estruturais e combinadas, associadas a uma estrutura dip-closed com 200 quilômetros quadrados de extensão que se localiza principalmente sobre o Bloco 314.”

“É estimado neste prospecto cerca de 366 milhões de barris recuperáveis e um único poço vertical localizado, mas há um potencial médio 911 milhões de barris.”

“Além disso, o portfólio contém múltiplos fechamentos estruturais, combinados e estratigráficos adicionais em alvos de reservatórios no terciário e no Cretáceo Superior.”

A empresa já reuniu vários dados para atrair pretendentes, com o executivo-chefe Larry Bottomley disse que tem visto um aumento na área de dados após o sucesso de exploração da ExxonMobil no bloco próximo de Stabroek no ano passado.

“A Chariot pretende perfurar neste bloco depois que outras empresas em áreas adjacentes façam seus testes, oferecendo informações valiosas para reduzir o risco do próprio portfólio de prospecção da empresa”, disse Bottomley sobre o Prospecto 1.

Nenhum cronograma foi colocado nos planos de perfuração no Brasil, mas para este ano e no próximo ano a empresa pretende perfurar poços no prospecto MOH-B na licença de Mohammedia e no prospecto KEN-A na licença Kenitra off Morocco back-to- de volta.

Fonte: clickopetroleoegas

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