Category: COMUNICADO

PARCERIA ENTRE COTEIBRAS E ABENDI

 

COTEIBRAS VISITA A ABENDI

Jair Brasil, Presidente da COTEIBRÁS (COOPERATIVA DOS TRABALHADORES ESPECIALISTAS DE INSPEÇÃO DO BRASIL),

esteve visitando a sede da Associação dia 14/9, ocasião em que foi recebido por João Conte, Diretor Executivo da ABENDI.

O motivo principal da reunião, girou em torno da parceria entre as 2 instituições e dos benefícios  a serem estendidos aos cooperados da COTEIBRÁS, que em breve será divulgado.

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REUNIÃO ENTRE COTEIBRAS e ABENDI EM 12/08/2021

 

 

REUNIÃO ENTRE COTEIBRAS e ABENDI

Jair Brasil (PRESIDENTE COTEIBRAS) e João Conte (DIRETOR EXECUTIVO ABENDI),

estiveram reunidos na data de 12/08/2021.

O objetivo do encontro foi discutir dois pontos chaves de interesse dos inspetores certificados:

1º PARCERIA ENTRE A ABENDI E A COOPERATIVA

2º BEM COMO ALINHAR ALGUMAS AÇÕES EM PROL DOS INSPETORES CERTIFICADOS.

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Açu prevê construçao de gasoduto que vai ligar o Porto do Açu ao Terminal Cabiúnas em Macaé, e o Gasog, que interligará ao GASCAV ( Vitória – ES ), também está licenciamento.

O Porto do Açu planeja para o segundo trimestre de 2021 o início das operações da termelétrica GNA 1. A planta, atualmente em processo de comissionamento, que faz parte de um investimento de R$ 9 bilhões, que envolve também um terminal de regaseificação de GNL e a construção de uma segunda termelétrica, GNA 2, que deve consumir cerca de R$ 4,5 bilhões do orçamento total.

A previsão para entrada em operação da térmica foi anunciada em coletiva na manhã desta quarta-feira (9) por Carlos Tadeu Fraga, CEO da Prumo Logística. A previsão para início das obras da usina GNA 2 foi postergada para 2021 por conta do aumento de casos de Covid-19 na região.

As usinas somam 3 GW de capacidade instalada com geração a partir do GNL, mas a empresa já possui licença para instalação de 6,4 GW.

Originalmente o Porto do Açu pretendia tocar a construção das duas plantas simultaneamente. “Mas vamos ter que desmobilizar a força de trabalho agora e aguardar momento seguro para a construção”, comentou Fraga.

O terminal de GNL está concluído e deve receber as primeiras cargas em breve. Paralelamente a empresa afirma estar em processo avançado de licenciamento de uma UPGN. A instalação terá capacidade de até 40 MMm³/d em expansão modular.

Tadeu Fraga contou que nos planos de curto prazo está também a conclusão das obras para dois dutos de transporte de gás. O Gasinfe – que vai ligar o Porto do Açu ao Terminal Cabiúnas, em Macaé – deve passar por audiência pública até janeiro. O Gasog, que interligada o Porto do Açu ao GASCAV, também está licenciamento.

O objetivo principal da empresa é estimular o consumo de gás dentro da própria área do Açu tanto para consumo industrial quanto para geração de energia.

A ideia é participar ativamente dos próximos leilões para permitir o crescimento da demanda termelétrica e industrial no porto.

O governo deverá realizar quatro leilões em 2021 para contratar novos projetos de geração de energia em 2021, após ter cancelado licitações previstas para este ano. Os primeiros leilões vão se destinar a hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa, enquanto os programados para o segundo semestre envolveriam essas fontes e também termelétricas a gás, carvão e projetos de recuperação energética de resíduos sólidos urbanos (RSU).

De acordo com portaria da pasta no Diário Oficial da União, a primeira rodada de licitações em junho que vem será nas modalidades A-3 e A-4. Já as concorrências de setembro serão A-5 e A-6. As térmicas a gás natural poderão competir sem restrição de limite para a chamada inflexibilidade operativa, segundo as determinações do ministério

A empresa aposta ainda que o Porto do Açu estará nos planos dos agentes produtores de gás offshore para a construção de novas rotas de escoamento.

” Existem alternativas para esses pontos de chegada e o Açu é uma delas”, disse Firmo. ” Essas decisões serão tomadas pelos agentes produtores do gás offshore, mas há alguns projetos que vão gerar o vetor principal de decisão, um deles é Pão de Açúcar, outro é o Bacalhau”, citou.

Ambos os projetos são tocados pela Equinor. A empresa estuda instalar um FPSO para produção de gás e condensado no área do bloco exploratório BM-C-33, onde está a descoberta de Pão de Açúcar, em águas profundas da Bacia de Campos.

Os estudos iniciais da empresa apontam para uma unidade de produção com capacidade de produzir entre 16 e 20 milhões de m3/dia de gás natural, com 8 a 12 risers. O primeiro gás poderia ser produzido, a depender de outros fatores, a partir de 2026.

Para Bacalhau, a Equinor oficializou a contratação da Modec para fornecer o navio-plataforma, do tipo FPSO, que será utilizado para a produção de petróleo e gás do campo.A Modec será responsável pelo projeto e construção do FPSO, incluindo contratação dos módulos do topside, bem como sistemas marítimos e de casco. A primeira produção de petróleo está planejada no período entre 2023-2024.

O Porto do Açu se prepara para construir um parque de tancagem para armazenar até 11,4 milhões de toneladas de barris de óleo e integrar o parque à malha de dutos. O planejamento da expansão das instalações ocorre enquanto o Porto do Açu prepara a abertura de capital da subsidiária Açu Petróleo S.A.

Hoje, o terminal de transbordo do Açu tem capacidade licenciada para 1,2 milhões de barris, o que pode ser expandido para até 2,1 milhões.

A empresa ainda aposta na possibilidade de atrair uma fábrica de fertilizantes para o Açu. De acordo com Firmo, a falta de infraestrutura ferroviária no porto não seria um problema, uma vez que mais da metade que toda a distribuição de fertilizantes no Brasil é feita por rodovia.

Mas a companhia acompanha a discussão acerca de uma conexão ferroviária que atravesse a região, entre as propostas está a ferrovia EF 118, que ligaria o Rio de Janeiro a Vitória, no Espírito Santo.

Fonte: EPR

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Samarco retoma atividades após 5 anos da tragédia de Mariana (MG)

Empresa começou a testar os equipamentos que vão ser usados na volta do processo de mineração, programado para a segunda quinzena de dezembro

A mineradora Samarco reabriu as portas, nesta sexta-feira (11),cinco anos após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, a 110 km de Belo Horizonte.

Inicialmente, os funcionários vão testar os equipamentos que serão usados na retomada do processo de mineração da empresa, previsto para acontecer a partir da segunda quinzena deste mês. Os trabalhos começaram hoje.

O prefeito de Mariana, Júnior Duarte, que se reuniu com representantes da empresa, disse que não haverá cerimônia de celebração em respeito às vítimas da tragédia que matou 19 pessoas e deixou mais de 300 desabrigados. O prefeito, entretanto, avaliou como positiva a retomada das atividades.

“Nossa economia vem melhorando, dentro do possível, mas reconheço a importância da mineradora na geração de emprego neste momento e tenho a certeza que o reflexo deste retorno será positivo para milhares de famílias e, consequentemente, para toda cidade”, disse Duarte.

Veja a íntegra da nota da Samarco:

“A Samarco informa que iniciou hoje (11/12) o comissionamento integrado das operações no Complexo de Germano, em Mariana (MG), com a operação de um dos seus três concentradores e da nova planta de filtragem de rejeitos. O comissionamento integrado consiste no teste dos equipamentos que irão operar no momento da retomada.

Esta operação faz parte do planejamento do reinício das atividades e visa garantir a segurança das pessoas, das comunidades e do meio ambiente.

O reinício das operações atualmente está previsto para a segunda quinzena de dezembro quando se espera o começo da produção de pelotas de minério de ferro no Complexo de Ubu (ES), e após finalizados todos os testes dos equipamentos.

O reinício gradual acontece após a empresa obter licenças ambientais aprovadas por órgãos competentes e incorporar novas tecnologias para disposição final de rejeitos – cava confinada e sistema de filtragem de rejeitos para empilhamento a seco”.

Fonte: R7.com.br

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Equinor contrata serviços de perfuração para Bacalhau com estimativa de conteúdo local médio de 74%

Baker Hughes, Halliburton e Schlumberger foram contratadas para perfuração e serviços de poços no campo de Bacalhau

A Equinor anunciou contratos no valor de US$ 455 milhões com a Baker Hughes, Halliburton e Schlumberger para perfuração e serviços de poços no campo de Bacalhau, na Bacia de Santos. Os contratos têm um prazo firme de quatro anos e duas opções de dois anos.

A empresa entende que os contratos podem gerar uma contribuição significativa para os índices de conteúdo local do projeto, já que conteúdo local médio dos três contratos, considerando que a maioria dos serviços será realizada no Brasil, é estimado em 74%.

“Os contratos promovem ainda mais nossa experiência de cooperação positiva com os três fornecedores selecionados em nossos projetos em todo o mundo. Eles serão essenciais para garantir a perfuração e operações de poços seguras e eficientes no campo de Bacalhau”, afirma Peggy Krantz-Underland, chief procurement officer da Equinor.

Veja os contratos anunciados

Contrato com a Baker Hughes cobre serviços de perfuração e completação
Halliburton incluirá serviços de intervenção e suspensor de revestimento
Schlumberger fornecerá serviços de perfilagem
Bacalhau é o maior projeto da Equinor fora da Noruega e é considerado por alguns executivos da empresa o Sverdrup fora da Noruega, um grande campo no Mar do Norte que a Equinor está atualmente desenvolvendo.

“O Brasil é uma área prioritária para a Equinor e Bacalhau é um ativo importante no pré-sal brasileiro, localizado na Bacia de Santos. Junto com nossos parceiros, estamos atualmente amadurecendo o projeto em direção a uma decisão final de investimento (FID) que está planejada para 2021”, disse Trond Bokn, vice-presidente sênior em exercício para desenvolvimento de projetos na Equinor.

A Equinor é a operadora do campo de Bacalhau com 40% de participação. Tem como sócias a ExxonMobil (40%) e Petrogal Brasil (20%).

Monitor da Perfuração: Consulta completa de todos os poços perfurados no Brasil

FPSO contratado com a Modec

A Equinor oficializou em janeiro a contratação da Modec para fornecer o navio-plataforma, do tipo FPSO, que será utilizado para a produção de petróleo e gás no campo de Bacalhau. A empresa havia sido contratada para o Pré-Feed (Pre-Front End Engineering Design, sigla em inglês), em dezembro de 2018 e ficou com a obra.

A Modec será responsável pelo projeto e construção do FPSO, incluindo contratação dos módulos do topside, bem como sistemas marítimos e de casco. A primeira produção de petróleo está planejada no período entre 2023-2024.

A Equinor anunciou também que contratou com o consórcio Subsea Integration Alliance, formado por Subsea7 e OneSubsea, o pacote de SURF (Subsea, Umbilical, Risers and Flowlines), equipamentos que são instalados no leito marinho.

Uma segunda plataforma, que pode representar um segunda fase de desenvolvimento de Carcará, ainda está em estudo pelo consórcio liderado pela Equinor.

Linha do tempo do projeto de Bacalhau
A descoberta foi realizada pela Petrobras em 2012
Equinor adquiriu a participação de 66% da Petrobras no BM-S-8 por US$ 2,5 bilhões em julho de 2016.
Vendeu para a ExxonMobil metade dessa parcela por US$ 1,3 bilhão
Em julho de 2017, acertou a venda de 3,5% e 3%, respectivamente, da parcela de 10% que comprou da Enauta na área para a ExxonMobil e Petrogal, operação que movimentou mais US$ 250 milhões
Cade aprovou a entrada da ExxonMobil em setembro de 2017
Em janeiro de 2018, recebeu do Ibama licença ambiental para a perfuração de até sete poços na área. A licença, válida por quatro anos, libera também a realização de um teste de formação de curta duração em poço já existente.
Em fevereiro de 2018 iniciou o licenciamento de dois FPSOs para produzir em Bacalhau. A primeira unidade de produção deve entrar em operação em julho de 2024
Ibama ampliou a licença para a perfuração de poços no campo em setembro de 2018
Saída da Barra Energia foi aprovada em novembro de 2018 pelo Cade
Em dezembro de 2019 a Equinor declarou a comercialidade das áreas de Carcará e Norte de Carcará, que passaram a se chamar Bacalhau e Norte de Bacalhau.
A primeira produção de petróleo está planejada para 2024

Fonte: EPBR

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Saiba como receber serviço de inspeção não pago por empresas, sem advogado via cartório gratuitamente.

Protesto de boleto bancário ou nota fiscal: como funciona?
Você sabia que pode efetuar a cobrança extrajudicial de um boleto bancário atrasado? Confira como funciona o protesto de boleto bancário.

OBS: Se você não emitiu boleto basta ter nota fiscal do serviço para emissão de uma duplicata de protesto

Toda empresa já passou pela situação de inadimplência por parte dos clientes.

O problema é que isso acaba comprometendo o orçamento, pois você estava contando com um dinheiro que não entrou.

Além disso, cobrar por um boleto que já está vencido é mais difícil. O cliente sabe que está devendo mas só vai pagar quando der.

Para ajudar nessa situação, existe o protesto dos títulos que auxilia na cobrança desses valores de forma legal e rápida.

Quer saber como funciona o protesto? Continue lendo nosso artigo!

O que é protesto?

O protesto é uma ferramenta eficiente para recuperar as dívidas inadimplentes.
É uma forma extrajudicial de cobrança regulada pela Lei Federal 9.492/97.

Ao abrir um protesto o devedor tem até três dias úteis para pagar em cartório e caso a dívida não seja quitada nesse período, o devedor será protestado.

Ao ser protestado, será feito o registro nos livros do cartório e o protesto só será cancelado mediante o pagamento da dívida.

O que acontece com o devedor protestado?

Ao ser protestado, o devedor fica com o nome em cartório.
Essa condição não permite que o devedor faça concursos públicos, financie imóveis e construa casas ou regulamente-as.

Todos os processos que envolvam a emissão de uma Certidão Negativa de Protesto ficam bloqueados caso tenha algum título protestado.

O nome também é negativado. Fica registrado no SERASA e também no SPC, tendo o nome bloqueado nos cadastros de proteção ao crédito.

Quando pode protestar um título?

Para protestar um título basta ele estar vencido.
A partir do primeiro dia de atraso no pagamento, um título já pode ser protestado. Não existe uma regra para os dias mínimos ou máximos para iniciar o procedimento.

Quais títulos podem ser protestados?
As dívidas que podem ser protestadas são:

Cédulas de crédito;
Cédulas de produtor rural;
Cheques;
Confissão de dívida;
Contratos de compra e venda de bens;
Contratos de prestação de serviços;
Contratos de locação;
Despesas de condomínio;
Duplicatas;
Notas de crédito;
Notas promissórias;
Sentença judicial;
Termos de acordo e de conciliação;
e Triplicatas.
O boleto bancário não pode ser protestado?

O boleto bancário propriamente dito não. Ele não é considerado um documento de dívida, mas sim um meio de pagamento de alguma venda ou serviço efetuado.
Então, é possível emitir uma duplicata, sem a assinatura do devedor, relativa àquela venda para então abrir um protesto.

Se você já deu ordem de protesto via banco, talvez você tenha ficado com a falsa sensação de estar protestando um boleto, mas na prática o que acontece é que o banco emite uma duplicata. Esse é um procedimento muito comum.

Como faço para emitir uma duplicata?

Qualquer empresa pode emitir uma duplicata, desde que os requisitos da Lei da Duplicata sejam seguidos. Ela precisa conter:
O número da fatura;
A data certa do vencimento ou a declaração de ser a duplicata à vista;
O nome e domicílio do vendedor e do comprador;
A importância a pagar em algarismos e por extenso;
A praça de pagamento;
A cláusula à ordem;
A declaração a ser assinada pelo comprador como aceite. Este pode ser substituído pela NF-e ou pelo comprovante de venda.
A assinatura do emitente.

Após o preenchimento é só levar ao cartório da cidade da sua empresa.

Existe também a duplicata virtual. Nesse modelo basta informar os dados da venda e gerar uma duplicata.

É possível emitir uma duplicata no site da C.R.A., a Central de Remessa de Arquivos. Para isso é necessário entrar em contato por telefone ou e-mail para se conveniar ao Instituto de Protesto do Brasil. Cada estado também tem a sua C.R.A. e caso prefira, é possível se credenciar a partir dele.

Resumindo: se você é uma empresa, emitiu um boleto que não foi pago e deseja protestar, você precisa emitir uma duplicata de indicação que pode ser feita tanto no cartório quanto na Internet.

Como faço para substituir a declaração de aceite pela NF-e ou comprovante de venda?
Não ter a assinatura do devedor como aceite à dívida não é um impedimento para emitir uma duplicata.

Você não precisa apresentar quaisquer documentos comprobatórios da dívida. É necessário apenas informar os dados nos campos indicados.

Você pode informar o número da NF-e ou ainda o controle de venda. É importante salientar que o Fisco não verifica os títulos protestados, mas caso a empresa passe por alguma auditoria provavelmente será pega por ter uma saída sem documento fiscal.

Além disso, pode acontecer do devedor alegar que a cobrança é indevida por ele não ter efetuado a compra, por exemplo.

Fonte: https://facil123.com.br/DSI_INDICACAO – SERVIÇO ( MODELO PROTESTO)

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ESCLARECIMENTO ABENDI SOBRE CERTIFICAÇÃO POR CREDITO ESTRUTURADO

A respeito de documentos que estão no site da Abendi, na área de certificação de pessoas, e que existem desde dezembro/2016, gostaríamos de esclarecer :

1) O SNQC/END está baseado na ISO 9712 e portanto estruturado em setores industriais;
2) O Comitê Setorial Siderúrgico, integrado por empresas representativas do setor, fabricantes de fundidos, forjados , laminados, entre outros produtos, decidiu implementar uma sistemática de qualificação e certificação específica para os profissionais deste setor ;
3) O Comitê decidiu também iniciar esta certificação através de “créditos estruturados” para atender , num primeiro momento, os profissionais que já possuem experiência e conhecimento comprovados. Esta sistemática está prevista nos documentos abaixo, cuja vigência iniciou-se em dezembro de 2016:
a) DC078 – Partículas Magnéticas e Ultrassom para Tubos
b) DC079 – Ultrassom, Partículas Magnéticas e Líquido Penetrante para Forjados
4) Todo os profissionais certificados conforme estes documentos, passarão por exames teóricos e práticos após o período inicial da certificação;
5) Esta sistemática é específica para os profissionais que atuam somente em produtos siderúrgicos.

Os profissionais certificados pelo SNQC/END em Soldas, cujas funções e atribuições constam do Anexo D da NA 001, estão aptos a exercerem as atividades acima referidas. Portanto, não necessitam se submeterem a este processo.

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Angra 3 é viável ao ponto de entrar em operação sem participação de parceiro internacional, afirma presidente da Eletronuclear

Angra 3 é viável ao ponto de entrar em operação sem participação de parceiro internacional, afirma presidente da Eletronuclear
“A participação de um parceiro internacional é um plus, mas não condição necessária. Ela é interessante por outras razões de negócio, que não as razões estritamente de natureza financeira”, defende Leonam Guimarães
por Guilherme Serodio 25 de maio de 2020.Em Mercado de gás, Setor elétrico, Transição energética
“O desafio para Angra 3 é buscar um modelo de negócios que minimize os custos”. Assim o presidente da Eletronuclear, Leonam Guimarães, rebate as críticas à construção da Usina Nuclear de Angra 3. Para ele, a interrupção das obras está fora de questão, mesmo com as incertezas do cenário atual sobre a economia nacional. Angra 3, diz, é um projeto de baixo risco, com previsibilidade de produção no longo prazo e que terá capacidade de atrair investidores assim que o modelo de negócios estiver definido.

“A participação de um parceiro internacional é um plus, mas não condição necessária. Ela é interessante por outras razões de negócio, que não as razões estritamente de natureza financeira. Aqui é importante ressaltar que a participação da Eletrobras pode trazer um benefício da redução da percepção de riscos para outros parceiros”, afirma o executivo.

Uma proposta do BNDES para a capitalização das dívidas relacionadas ao empreendimento já foi encaminhada para o Conselho do PPI poderia ter sido aprovaa em março, mas as reuniões foram postergadas em decorrência da covid-19. A solução dessa equação não interferiria no calendário atual das obras, uma vez que a próxima fase é amparada por um “programa de aceleração do caminho crítico do empreendimento”, desenvolvido entre a Eletronuclear a e Eletrobras e que prevê o início de aportes financeiros pela própria Eletrobras ainda no segundo semestre deste ano.

Leonam Guimarães acredita que mesmo com a pandemia de covid-19 mudando o cenário econômico, levando a uma redução na expectativa de crescimento da demanda de energia nos próximos anos, Angra 3 tem margem para entrar em operação comercial, em último caso, nos primeiros meses de 2027.

O câmbio está hoje entre as maiores incertezas do projeto, com impacto direto em 35% dos custos do empreendimento, previstos em euro.

O executivo diz não ver sentido em debates que sugerem que as obras não sejam concluída – tema levantado recentemente pelo Instituto Escolhas. O gás natural, afirma Leonam Guimarães, é uma opção com preço pouco previsível no longo prazo e cuja logística de escoamento a partir do pré-sal ainda não está resolvida, defende o executivo.

Na íntegra, a entrevista com o presidente da Eletronuclear, Leonam Guimarães
A conclusão da usina de Angra 3 está assegurada?

Construir ou não parece uma discussão fora de foco. Não construir significaria repassar uma perda muito grande, quase o mesmo valor necessário para concluir a obra, seria repassado para o contribuinte, porque as dívidas são com os bancos públicos, sem ter nenhum retorno.

Concluir a obra vai gerar retorno para o consumidor. O desafio não é concluir, mas buscar um modelo de negócio que minimize o preço dessa energia.

A estimativa de investimentos adicionais de R$ 14,5 bilhões é maior do que outras mencionadas no mercado. Isso não torna o projeto menos competitivo?

Não faz nenhum sentido esse debate de que o gás é mais barato, porque não estamos fazendo uma escolha do zero. Há um investimento já aplicado de quase R$ 12 bilhões.

Ouro ponto é que quando se compara com o gás você pressupõe uma disponibilidade de gás a preço baixo que não está garantida no longo prazo. A logística de transferir o gás do pré-sal não está resolvida do ponto de vista tecnológico, aliás, em lugar nenhum do mundo. O preço desse gás no futuro também é uma elucubração. Essa é uma discussão ideológica. A questão é fazer a obra minimizando o custo.

Mas o que pesa nesse orçamento ainda aberto?

O que se debate é o processo necessário que é a capitalização das dívidas. O BNDES entrou nesse tema e preparou um relatório que iria, no final de março, para o Conselho do PPI [Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos] para aprovação. Essa reunião não aconteceu e não há previsão de quando acontecerá.

Mas com a capitalização das dívidas se consegue reduções significativas no que foi apresentado ao CNPE [Conselho Nacional de Política Energética]. Aliás, aquele era um valor de referência, não o preço da energia final contratada. Isso vai depender de variáveis ao modelo de negócio que será adotado para o empreendimento.

O modelo de negócios para a atração de um parceiro internacional está pronto então?

A participação de um parceiro internacional é um plus, mas não condição necessária. Ela é interessante por outras razões de negócio, que não as razões estritamente de natureza financeira. Aqui é importante ressaltar que a participação da Eletrobras pode trazer um benefício da redução da percepção de riscos para outros parcela das forças políticas que veem a energia nuclear como uma alavanca para o desenvolvimento econômico.

Fonte: https://epbr.com.br/

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Diretor da ASNT informou a ABENDI, que não possui representante ou agente autorizado a utilizar o nome ou a logomarca da entidade no Brasil.

João Conte, Diretor Executivo da ABENDI e Neal Couture, Diretor Executivo da ASNT, trocaram recentemente informações sobre algumas empresas e profissionais que estão usando indevidamente o nome daquela entidade em nosso país, principalmente na prática recomendada de treinamento e certificação ASNT TC 1 A.
Neal afirmou que, infelizmente, isso ocorre não só no Brasil, mas também em outros países da América Latina, muitas vezes por desconhecimento da proibição desta prática. Disse que a ASNT contatará todas as empresas e que se não ocorrer uma retirada do nome e da logomarca da ASNT, providências de cunho jurídico serão imediatamente tomadas.
Reiterou que a ASNT não possui nenhum representante ou agente autorizado a utilizar o nome ou a logomarca daquela entidade no Brasil.
Por outro lado, foi novamente discutido o processo para que a ABENDI implemente no Brasil o Employer-based Certification Audit Program (ASNT EBC), através do qual serão realizadas auditorias em empresas e em profissionais para verificar a conformidade dos programas de treinamento e certificação com os requerimentos da SNT-TC-1 A ou CP-189.

Fonte: Divulgada por João Conte, Diretor Executivo da ABENDI

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Grupo assina acordo para construir refinaria no Porto do Açu

O Oil Group assinou um acordo com o Porto do Açu, em São João da Barra (RJ), para instalação de uma refinaria com capacidade de produção de 20 mil barris diários de derivados claros. Intenção é iniciar as operações em 2024, mediante investimentos de US$ 300 milhões.

— O Oil Group tem planos de instalar refinarias modulares – no projeto do Açu, considera expandir até 50 mil barris/dia de capacidade. Mix prevê produção de gasolina, óleo diesel e óleo combustível.

— “Estar próximo a área portuária é importante para receber petróleo e escoar a produção de maneira apropriada (…) Nosso nicho de mercado ali é muito importante. Como resposta a risco, é muito importante estar em área portuária”, afirmou o diretor de Downstream da Oil Group, Luiz Otávio Massa, ao Valor.

— A empresa estuda desenvolver refinarias modulares no Sudeste e mini refinarias no Nordeste, na Bahia e em Sergipe.

Estudo do Departamento de Engenharia Industrial do Centro Técnico Científico da PUC-Rio alerta para risco de formação de mercados concentrados de combustíveis a partir da venda de refinarias da Petrobras.

— O trabalho analisou as refinarias Refap (RS); Repar (PR); Regap (MG); RLAM (BA); RNEST (PE); e Reman (AM). No caso da Repar (PR) e RNEST (PE), classificou como risco moderado de monopólio regional. Nas outras, entende que a possibilidade é elevada”.

— Critérios foram as capacidades logísticas de competição pelos mercados regionais. Informações no Valor.

Petrobras projeta recuperação do preço do barril de petróleo para US$ 50 em cinco anos, mas ainda conta com um cenário deprimido, de US$ 25 por barril, em média, este ano. O presidente da companhia, Roberto Castello Branco, reiterou, em transmissão com analistas da Genial Investimentos, que o momento é de restrição de investimentos

— “Tem uma questão de alocação de capital. O que você prefere: investir num campo do pré-sal que pode gerar um retorno real em torno de 15% ou investir numa operação de varejo (de combustíveis), que dá um retorno sobre capital empregado de 6% a 7%? O capital é escasso.”, afirmou. Estadão

— Reflexo poderá ser o cancelamento de projetos. A revisão de portfólio da companhia “uma espécie de stress-test” definirá quais continuam no planejamento, os que precisam ser reestruturados e, eventualmente, a necessidade de postergação ou descarte de novos investimentos, explicou.

— Além das refinarias, que empresa pretende vender até o fim deste ano, com conclusão das operações em 2021, Castello Branco acredita que é possível realizar a oferta de ações da Braskem até o começo do ano que vem. Reuters

— O executivo citou que não há planos para investimentos adicionais em rotas de escoamento de gás natural do pré-sal – atualmente, constrói a UPGN do Comperj, para receber o gás da Rota 3 – e relembrou o projeto de utilizar a refinaria de de Duque de Caxias (RJ), a Reduc, para fabricação de lubrificantes de última geração.

Os preços do Brent atingiram US$ 36,44 pro barril nesta terça (26), após valorização de 1,14% ontem, fechando a US$ 35,53. Em cinco sessões, acumula alta de mais de 8% em relação a mínima registrada na sexta (22), de US$ 33,54.

— Mercados reagem positivamente ao anúncio de novos estímulos na China (Reuters) e aos avanços nas etapas de pesquisa de uma vacina contra o novo coronavírus (Valor).

A Aprobio (produtores de biodiesel) solicitou à ANP mudança na especificação do biodiesel para reduzir os limites de contaminantes – teor de fósforo de 10 mg/kg, para no máximo 4 mg/kg; metais (sódio e potássio), de 5 mg/kg para 2,8 mg/kg; e cálcio e magnésio, de 5 mg/kg, para 2,8 mg/kg.

— “Hoje a especificação do biodiesel no Brasil já é uma das mais rígidas do mundo, mas queremos aprimorar ainda mais essa qualidade, pois acreditamos que o país tem todo potencial de seguir aumentando os percentuais de mistura até no mínimo 20% (B20)”, afirmou Erasmo Battistella, presidente da Aprobio – executivo também comanda a BSBios.

Aneel deve aprovar nesta terça (26) a proposta de regulamentação da Conta-Covid. Teto de empréstimos deve ser da ordem de R$ 15 bilhões.

O prazo para conclusão de estudos sobre três grandes hidrelétricas do Complexo Tapajós, na região amazônica, foi ampliado pela Aneel para o final de 2021. As UHEs Cachoeira do Caí, Cachoeira dos Patos e Jamanxim, no Pará, têm capacidade projetada de 2,2 GW. Reuters

— A UHE Formoso, projetada para o Rio São Francisco, em Minas Gerais, foi qualificada no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), para auxilio no licenciamento ambiental. Reuters

Ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou que o leilão do terminal de celulose do Porto de Santos, em agosto, será um teste para o interesse dos investidores pelo pacote de concessões planejado pela pasta, mesmo com a pandemia.
Fonte: https://epbr.com.br/

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