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COMUNICADO – Especialistas de Inspeção

Saiba como receber serviço de inspeção não pago por empresas, sem advogado via cartório gratuitamente.

Protesto de boleto bancário ou nota fiscal: como funciona?
Você sabia que pode efetuar a cobrança extrajudicial de um boleto bancário atrasado? Confira como funciona o protesto de boleto bancário.

OBS: Se você não emitiu boleto basta ter nota fiscal do serviço para emissão de uma duplicata de protesto

Toda empresa já passou pela situação de inadimplência por parte dos clientes.

O problema é que isso acaba comprometendo o orçamento, pois você estava contando com um dinheiro que não entrou.

Além disso, cobrar por um boleto que já está vencido é mais difícil. O cliente sabe que está devendo mas só vai pagar quando der.

Para ajudar nessa situação, existe o protesto dos títulos que auxilia na cobrança desses valores de forma legal e rápida.

Quer saber como funciona o protesto? Continue lendo nosso artigo!

O que é protesto?

O protesto é uma ferramenta eficiente para recuperar as dívidas inadimplentes.
É uma forma extrajudicial de cobrança regulada pela Lei Federal 9.492/97.

Ao abrir um protesto o devedor tem até três dias úteis para pagar em cartório e caso a dívida não seja quitada nesse período, o devedor será protestado.

Ao ser protestado, será feito o registro nos livros do cartório e o protesto só será cancelado mediante o pagamento da dívida.

O que acontece com o devedor protestado?

Ao ser protestado, o devedor fica com o nome em cartório.
Essa condição não permite que o devedor faça concursos públicos, financie imóveis e construa casas ou regulamente-as.

Todos os processos que envolvam a emissão de uma Certidão Negativa de Protesto ficam bloqueados caso tenha algum título protestado.

O nome também é negativado. Fica registrado no SERASA e também no SPC, tendo o nome bloqueado nos cadastros de proteção ao crédito.

Quando pode protestar um título?

Para protestar um título basta ele estar vencido.
A partir do primeiro dia de atraso no pagamento, um título já pode ser protestado. Não existe uma regra para os dias mínimos ou máximos para iniciar o procedimento.

Quais títulos podem ser protestados?
As dívidas que podem ser protestadas são:

Cédulas de crédito;
Cédulas de produtor rural;
Cheques;
Confissão de dívida;
Contratos de compra e venda de bens;
Contratos de prestação de serviços;
Contratos de locação;
Despesas de condomínio;
Duplicatas;
Notas de crédito;
Notas promissórias;
Sentença judicial;
Termos de acordo e de conciliação;
e Triplicatas.
O boleto bancário não pode ser protestado?

O boleto bancário propriamente dito não. Ele não é considerado um documento de dívida, mas sim um meio de pagamento de alguma venda ou serviço efetuado.
Então, é possível emitir uma duplicata, sem a assinatura do devedor, relativa àquela venda para então abrir um protesto.

Se você já deu ordem de protesto via banco, talvez você tenha ficado com a falsa sensação de estar protestando um boleto, mas na prática o que acontece é que o banco emite uma duplicata. Esse é um procedimento muito comum.

Como faço para emitir uma duplicata?

Qualquer empresa pode emitir uma duplicata, desde que os requisitos da Lei da Duplicata sejam seguidos. Ela precisa conter:
O número da fatura;
A data certa do vencimento ou a declaração de ser a duplicata à vista;
O nome e domicílio do vendedor e do comprador;
A importância a pagar em algarismos e por extenso;
A praça de pagamento;
A cláusula à ordem;
A declaração a ser assinada pelo comprador como aceite. Este pode ser substituído pela NF-e ou pelo comprovante de venda.
A assinatura do emitente.

Após o preenchimento é só levar ao cartório da cidade da sua empresa.

Existe também a duplicata virtual. Nesse modelo basta informar os dados da venda e gerar uma duplicata.

É possível emitir uma duplicata no site da C.R.A., a Central de Remessa de Arquivos. Para isso é necessário entrar em contato por telefone ou e-mail para se conveniar ao Instituto de Protesto do Brasil. Cada estado também tem a sua C.R.A. e caso prefira, é possível se credenciar a partir dele.

Resumindo: se você é uma empresa, emitiu um boleto que não foi pago e deseja protestar, você precisa emitir uma duplicata de indicação que pode ser feita tanto no cartório quanto na Internet.

Como faço para substituir a declaração de aceite pela NF-e ou comprovante de venda?
Não ter a assinatura do devedor como aceite à dívida não é um impedimento para emitir uma duplicata.

Você não precisa apresentar quaisquer documentos comprobatórios da dívida. É necessário apenas informar os dados nos campos indicados.

Você pode informar o número da NF-e ou ainda o controle de venda. É importante salientar que o Fisco não verifica os títulos protestados, mas caso a empresa passe por alguma auditoria provavelmente será pega por ter uma saída sem documento fiscal.

Além disso, pode acontecer do devedor alegar que a cobrança é indevida por ele não ter efetuado a compra, por exemplo.

Fonte: https://facil123.com.br/DSI_INDICACAO – SERVIÇO ( MODELO PROTESTO)

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ESCLARECIMENTO ABENDI SOBRE CERTIFICAÇÃO POR CREDITO ESTRUTURADO

A respeito de documentos que estão no site da Abendi, na área de certificação de pessoas, e que existem desde dezembro/2016, gostaríamos de esclarecer :

1) O SNQC/END está baseado na ISO 9712 e portanto estruturado em setores industriais;
2) O Comitê Setorial Siderúrgico, integrado por empresas representativas do setor, fabricantes de fundidos, forjados , laminados, entre outros produtos, decidiu implementar uma sistemática de qualificação e certificação específica para os profissionais deste setor ;
3) O Comitê decidiu também iniciar esta certificação através de “créditos estruturados” para atender , num primeiro momento, os profissionais que já possuem experiência e conhecimento comprovados. Esta sistemática está prevista nos documentos abaixo, cuja vigência iniciou-se em dezembro de 2016:
a) DC078 – Partículas Magnéticas e Ultrassom para Tubos
b) DC079 – Ultrassom, Partículas Magnéticas e Líquido Penetrante para Forjados
4) Todo os profissionais certificados conforme estes documentos, passarão por exames teóricos e práticos após o período inicial da certificação;
5) Esta sistemática é específica para os profissionais que atuam somente em produtos siderúrgicos.

Os profissionais certificados pelo SNQC/END em Soldas, cujas funções e atribuições constam do Anexo D da NA 001, estão aptos a exercerem as atividades acima referidas. Portanto, não necessitam se submeterem a este processo.

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Angra 3 é viável ao ponto de entrar em operação sem participação de parceiro internacional, afirma presidente da Eletronuclear

Angra 3 é viável ao ponto de entrar em operação sem participação de parceiro internacional, afirma presidente da Eletronuclear
“A participação de um parceiro internacional é um plus, mas não condição necessária. Ela é interessante por outras razões de negócio, que não as razões estritamente de natureza financeira”, defende Leonam Guimarães
por Guilherme Serodio 25 de maio de 2020.Em Mercado de gás, Setor elétrico, Transição energética
“O desafio para Angra 3 é buscar um modelo de negócios que minimize os custos”. Assim o presidente da Eletronuclear, Leonam Guimarães, rebate as críticas à construção da Usina Nuclear de Angra 3. Para ele, a interrupção das obras está fora de questão, mesmo com as incertezas do cenário atual sobre a economia nacional. Angra 3, diz, é um projeto de baixo risco, com previsibilidade de produção no longo prazo e que terá capacidade de atrair investidores assim que o modelo de negócios estiver definido.

“A participação de um parceiro internacional é um plus, mas não condição necessária. Ela é interessante por outras razões de negócio, que não as razões estritamente de natureza financeira. Aqui é importante ressaltar que a participação da Eletrobras pode trazer um benefício da redução da percepção de riscos para outros parceiros”, afirma o executivo.

Uma proposta do BNDES para a capitalização das dívidas relacionadas ao empreendimento já foi encaminhada para o Conselho do PPI poderia ter sido aprovaa em março, mas as reuniões foram postergadas em decorrência da covid-19. A solução dessa equação não interferiria no calendário atual das obras, uma vez que a próxima fase é amparada por um “programa de aceleração do caminho crítico do empreendimento”, desenvolvido entre a Eletronuclear a e Eletrobras e que prevê o início de aportes financeiros pela própria Eletrobras ainda no segundo semestre deste ano.

Leonam Guimarães acredita que mesmo com a pandemia de covid-19 mudando o cenário econômico, levando a uma redução na expectativa de crescimento da demanda de energia nos próximos anos, Angra 3 tem margem para entrar em operação comercial, em último caso, nos primeiros meses de 2027.

O câmbio está hoje entre as maiores incertezas do projeto, com impacto direto em 35% dos custos do empreendimento, previstos em euro.

O executivo diz não ver sentido em debates que sugerem que as obras não sejam concluída – tema levantado recentemente pelo Instituto Escolhas. O gás natural, afirma Leonam Guimarães, é uma opção com preço pouco previsível no longo prazo e cuja logística de escoamento a partir do pré-sal ainda não está resolvida, defende o executivo.

Na íntegra, a entrevista com o presidente da Eletronuclear, Leonam Guimarães
A conclusão da usina de Angra 3 está assegurada?

Construir ou não parece uma discussão fora de foco. Não construir significaria repassar uma perda muito grande, quase o mesmo valor necessário para concluir a obra, seria repassado para o contribuinte, porque as dívidas são com os bancos públicos, sem ter nenhum retorno.

Concluir a obra vai gerar retorno para o consumidor. O desafio não é concluir, mas buscar um modelo de negócio que minimize o preço dessa energia.

A estimativa de investimentos adicionais de R$ 14,5 bilhões é maior do que outras mencionadas no mercado. Isso não torna o projeto menos competitivo?

Não faz nenhum sentido esse debate de que o gás é mais barato, porque não estamos fazendo uma escolha do zero. Há um investimento já aplicado de quase R$ 12 bilhões.

Ouro ponto é que quando se compara com o gás você pressupõe uma disponibilidade de gás a preço baixo que não está garantida no longo prazo. A logística de transferir o gás do pré-sal não está resolvida do ponto de vista tecnológico, aliás, em lugar nenhum do mundo. O preço desse gás no futuro também é uma elucubração. Essa é uma discussão ideológica. A questão é fazer a obra minimizando o custo.

Mas o que pesa nesse orçamento ainda aberto?

O que se debate é o processo necessário que é a capitalização das dívidas. O BNDES entrou nesse tema e preparou um relatório que iria, no final de março, para o Conselho do PPI [Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos] para aprovação. Essa reunião não aconteceu e não há previsão de quando acontecerá.

Mas com a capitalização das dívidas se consegue reduções significativas no que foi apresentado ao CNPE [Conselho Nacional de Política Energética]. Aliás, aquele era um valor de referência, não o preço da energia final contratada. Isso vai depender de variáveis ao modelo de negócio que será adotado para o empreendimento.

O modelo de negócios para a atração de um parceiro internacional está pronto então?

A participação de um parceiro internacional é um plus, mas não condição necessária. Ela é interessante por outras razões de negócio, que não as razões estritamente de natureza financeira. Aqui é importante ressaltar que a participação da Eletrobras pode trazer um benefício da redução da percepção de riscos para outros parcela das forças políticas que veem a energia nuclear como uma alavanca para o desenvolvimento econômico.

Fonte: https://epbr.com.br/

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Diretor da ASNT informou a ABENDI, que não possui representante ou agente autorizado a utilizar o nome ou a logomarca da entidade no Brasil.

João Conte, Diretor Executivo da ABENDI e Neal Couture, Diretor Executivo da ASNT, trocaram recentemente informações sobre algumas empresas e profissionais que estão usando indevidamente o nome daquela entidade em nosso país, principalmente na prática recomendada de treinamento e certificação ASNT TC 1 A.
Neal afirmou que, infelizmente, isso ocorre não só no Brasil, mas também em outros países da América Latina, muitas vezes por desconhecimento da proibição desta prática. Disse que a ASNT contatará todas as empresas e que se não ocorrer uma retirada do nome e da logomarca da ASNT, providências de cunho jurídico serão imediatamente tomadas.
Reiterou que a ASNT não possui nenhum representante ou agente autorizado a utilizar o nome ou a logomarca daquela entidade no Brasil.
Por outro lado, foi novamente discutido o processo para que a ABENDI implemente no Brasil o Employer-based Certification Audit Program (ASNT EBC), através do qual serão realizadas auditorias em empresas e em profissionais para verificar a conformidade dos programas de treinamento e certificação com os requerimentos da SNT-TC-1 A ou CP-189.

Fonte: Divulgada por João Conte, Diretor Executivo da ABENDI

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Grupo assina acordo para construir refinaria no Porto do Açu

O Oil Group assinou um acordo com o Porto do Açu, em São João da Barra (RJ), para instalação de uma refinaria com capacidade de produção de 20 mil barris diários de derivados claros. Intenção é iniciar as operações em 2024, mediante investimentos de US$ 300 milhões.

— O Oil Group tem planos de instalar refinarias modulares – no projeto do Açu, considera expandir até 50 mil barris/dia de capacidade. Mix prevê produção de gasolina, óleo diesel e óleo combustível.

— “Estar próximo a área portuária é importante para receber petróleo e escoar a produção de maneira apropriada (…) Nosso nicho de mercado ali é muito importante. Como resposta a risco, é muito importante estar em área portuária”, afirmou o diretor de Downstream da Oil Group, Luiz Otávio Massa, ao Valor.

— A empresa estuda desenvolver refinarias modulares no Sudeste e mini refinarias no Nordeste, na Bahia e em Sergipe.

Estudo do Departamento de Engenharia Industrial do Centro Técnico Científico da PUC-Rio alerta para risco de formação de mercados concentrados de combustíveis a partir da venda de refinarias da Petrobras.

— O trabalho analisou as refinarias Refap (RS); Repar (PR); Regap (MG); RLAM (BA); RNEST (PE); e Reman (AM). No caso da Repar (PR) e RNEST (PE), classificou como risco moderado de monopólio regional. Nas outras, entende que a possibilidade é elevada”.

— Critérios foram as capacidades logísticas de competição pelos mercados regionais. Informações no Valor.

Petrobras projeta recuperação do preço do barril de petróleo para US$ 50 em cinco anos, mas ainda conta com um cenário deprimido, de US$ 25 por barril, em média, este ano. O presidente da companhia, Roberto Castello Branco, reiterou, em transmissão com analistas da Genial Investimentos, que o momento é de restrição de investimentos

— “Tem uma questão de alocação de capital. O que você prefere: investir num campo do pré-sal que pode gerar um retorno real em torno de 15% ou investir numa operação de varejo (de combustíveis), que dá um retorno sobre capital empregado de 6% a 7%? O capital é escasso.”, afirmou. Estadão

— Reflexo poderá ser o cancelamento de projetos. A revisão de portfólio da companhia “uma espécie de stress-test” definirá quais continuam no planejamento, os que precisam ser reestruturados e, eventualmente, a necessidade de postergação ou descarte de novos investimentos, explicou.

— Além das refinarias, que empresa pretende vender até o fim deste ano, com conclusão das operações em 2021, Castello Branco acredita que é possível realizar a oferta de ações da Braskem até o começo do ano que vem. Reuters

— O executivo citou que não há planos para investimentos adicionais em rotas de escoamento de gás natural do pré-sal – atualmente, constrói a UPGN do Comperj, para receber o gás da Rota 3 – e relembrou o projeto de utilizar a refinaria de de Duque de Caxias (RJ), a Reduc, para fabricação de lubrificantes de última geração.

Os preços do Brent atingiram US$ 36,44 pro barril nesta terça (26), após valorização de 1,14% ontem, fechando a US$ 35,53. Em cinco sessões, acumula alta de mais de 8% em relação a mínima registrada na sexta (22), de US$ 33,54.

— Mercados reagem positivamente ao anúncio de novos estímulos na China (Reuters) e aos avanços nas etapas de pesquisa de uma vacina contra o novo coronavírus (Valor).

A Aprobio (produtores de biodiesel) solicitou à ANP mudança na especificação do biodiesel para reduzir os limites de contaminantes – teor de fósforo de 10 mg/kg, para no máximo 4 mg/kg; metais (sódio e potássio), de 5 mg/kg para 2,8 mg/kg; e cálcio e magnésio, de 5 mg/kg, para 2,8 mg/kg.

— “Hoje a especificação do biodiesel no Brasil já é uma das mais rígidas do mundo, mas queremos aprimorar ainda mais essa qualidade, pois acreditamos que o país tem todo potencial de seguir aumentando os percentuais de mistura até no mínimo 20% (B20)”, afirmou Erasmo Battistella, presidente da Aprobio – executivo também comanda a BSBios.

Aneel deve aprovar nesta terça (26) a proposta de regulamentação da Conta-Covid. Teto de empréstimos deve ser da ordem de R$ 15 bilhões.

O prazo para conclusão de estudos sobre três grandes hidrelétricas do Complexo Tapajós, na região amazônica, foi ampliado pela Aneel para o final de 2021. As UHEs Cachoeira do Caí, Cachoeira dos Patos e Jamanxim, no Pará, têm capacidade projetada de 2,2 GW. Reuters

— A UHE Formoso, projetada para o Rio São Francisco, em Minas Gerais, foi qualificada no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), para auxilio no licenciamento ambiental. Reuters

Ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou que o leilão do terminal de celulose do Porto de Santos, em agosto, será um teste para o interesse dos investidores pelo pacote de concessões planejado pela pasta, mesmo com a pandemia.
Fonte: https://epbr.com.br/

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COMUNICADO ABENDI (COVID 19)

Prezados,

1) Considerando a pandemia originada pelo COVID-19 (Coronavírus), a qual impõe medidas restritivas de deslocamento, aglomeração e isolamento, conforme “quarentena” decretada pelos órgãos competentes de cada região, a ABENDI, atendendo a orientações do INMETRO e IAF (International Acreditation Forum), comunica que os profissionais com recertificação vencendo entre 23 de março de 2020 até o final deste período, terão a validade da sua certificação estendida por um prazo de 6 meses, mediante solicitação formal através do e-mail : abendi@abendi.org.br
A Secretaria do Setor de Certificação providenciará todas as informações necessárias para esta extensão de validade;

2) Por outro lado, em cumprimento a determinação do Governo do Estado e da Prefeitura Municipal de São Paulo, a ABENDI está desenvolvendo atividades em home office, inclusive a equipe do seu CEQ.
Entretanto, temos recebido a solicitação de alguns profissionais que necessitam fazer os exames neste período, e assim providenciaremos o devido agendamento.
Os exames serão conduzidos no CEQ, através de plantão, dentro dos padrões de higiene, saúde e segurança para os examinadores e profissionais.

3) Os candidatos com exames marcados mas que não tem condições de deslocamento, ou mesmo não desejam realizá-los neste período, terão os exames reagendados sem qualquer ônus ou prejuízo aos profissionais.

Atenciosamente,

Maurício Ballarine
Gerente de Certificação da ABENDI

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Marinha do Brasil exige profissional SNQC-END em vistoria de embarcações para navegação

Neste momento de crise os inspetores contam com mais uma área para poderem trabalharem como inspetores certificados pelo SNQC, vejam abaixo trecho no documento, onde na vistoria realizada pela  CSN para liberação da embarcação para navegação, onde o profissional SNQC-END  é exigido .

NORMAM – Normas da Autoridade Marítima

CAPÍTULO 8 – NORMAN-02/DPC

VISTORIAS E CERTIFICAÇÕES

VISTORIAS EM EMBARCAÇÕES

0801 – APLICAÇÃO
Para emissão do Certificado de Segurança da Navegação (CSN) – As
embarcações sujeitas a estas normas e que se enquadrem em quaisquer das situações
listadas a seguir, independentemente de sua classificação conforme os subitens i) e j) do
item 0301 estão sujeitas a vistorias iniciais, intermediárias, anuais e de renovação e
deverão portar um CSN

“Seja realizada medição de espessura do casco, por ultrassom, com no
mínimo 5 pontos de medição por chapa, devendo esta ser acompanhada por vistoriador
da Sociedade Classificadora, da Entidade Certificadora da embarcação ou Vistoriador
Naval do GVI da CP, DL ou AG;

“IV) seja apresentado relatório comparativo entre as medições de
espessura efetuadas e as espessuras originais, indicando os respectivos percentuais de
redução, destacando aquelas acima de 20%. O relatório deverá ser assinado por
profissional qualificado e certificado, com reconhecimento no Sistema Nacional de

Qualificação e Certificação de Pessoal em Ensaios Não Destrutivos (SNQC/END), e
acompanhado de documento que comprove a validade da citada habilitação na data de
execução do serviço”

V) seja apresentado laudo, assinado por engenheiro naval ou tecnólogo
naval, atestando que a embarcação está em condições estruturais satisfatórias,
especificando as chapas que porventura necessitam ser substituídas e justificando,baseado no relatório comparativo de espessuras, citado no requisito anterior, eventual
aceitação de chapas com redução de espessura superior a 20% da espessura original.
VI) seja apresentado relatório assinado por engenheiro responsável, para
as embarcações com propulsão mecânica, atestando as condições do sistema de
propulsão e de governo, abordando, entre outros aspectos.

Fonte: https://www.marinha.mil.br/dpc/normas

 

 

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ASME e ABENDI DISCUTEM CONVÊNIO

ASME e ABENDI DISCUTEM CONVÊNIO

Recentemente foi promovido novo encontro entre representantes da ABENDI e da ASME, em sua sede, nos EUA. As duas instituições vem discutindo uma cooperação que prevê as seguintes ações:

1) Promoção conjunta de eventos sobre os temas relacionados ao ASME;
2) Realização de cursos ASME por parte da ABENDI, através do credenciamento e reconhecimento dos mesmos;
3) Credenciamento da ABENDI para a revenda de publicações da ASME;
4) Tradução conjunta para o português dos Códigos ASME aplicáveis a END;
5) Estabelecer um Mutual Recognition Agreement mediante o qual o ASME reconhece os profissionais certificados pela Abendi conforme SNQC END 9712.

Temos certeza de que tais iniciativas em muito contribuirão com a comunidade dos END & Inspeção, ou seja, associados e profissionais certificados.

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Se o Brasil é autossuficiente em petróleo, por que ainda importa o recurso?

Especialistas explicam que refinarias brasileiras não têm capacidade de refinar o petróleo brasileiro sozinho; além disso, estão subutilizadas.

Refinarias brasileiras não têm a capacidade de refinar o petróleo brasileiro sozinho; elas fazem um ‘blend’ do produto 

Pode parecer contraditório, mas há explicações: se o Brasil é considerado autossuficiente em petróleo, por ainda precisa importar o recurso?

A resposta, dizem especialistas, está nas refinarias brasileiras.

Primeiro, porque não têm a capacidade de refinar o petróleo brasileiro sozinhas.

Segundo, porque estão subutilizadas: em 2018, a capacidade ficou ociosa em 25%.

No ano passado, segundo dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo), o Brasil exportou 410 milhões de barris de petróleo, a maior parte para a China. No mesmo ano, o país importou cerca de 68 milhões de barris, na maior parte de países da África e do Oriente Médio. O país também importa derivados de petróleo, como gasolina e, principalmente, diesel.

O que o país extrai, na teoria, seria suficiente para atender à demanda nacional, até porque se produz mais do que se consome.

“Mas nossa autossuficiência é nominal”, diz a doutora em Planejamento Energético e coordenadora de pesquisa do centro de estudos FGV Energia Fernanda Delgado à BBC News Brasil. “Existe um descasamento entre a tecnologia para refinar e o tipo de petróleo que temos.”

“A resposta é bem simples: somos numericamente autossuficientes, produzimos mais volume do que consumimos. Mas os produtos não são os mesmos. Nosso parque de refino ainda não é capaz de refinar grande parte do óleo produzido nem de suprir a demanda interna por outros derivados”, responde, por e-mail, o professor Paulo Couto, coordenador do LRAP (Laboratório de Recuperação Avançada de Petróleo), da Coppe/UFRJ.

“Assim, exportamos óleo e importamos combustíveis e derivados. Por isso ainda estamos atrelados ao mercado internacional.”

Refino e ‘blend’

O país tem 17 refinarias de petróleo, com capacidade para processar 2,4 milhões de barris por dia. Treze dessas refinarias pertencem à Petrobras e respondem por 98,2% da capacidade total.

Mas essas refinarias não têm como trabalhar com o óleo brasileiro, explicam especialistas.

“Lá atrás, as refinarias não foram construídas para óleo brasileiro. Precisavam de óleo importado, que vinha em sua maior parte do Oriente Médio”, diz Rosemarie Bröker Bone, coordenadora do Laboratório de Economia do Petróleo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A Petrobras foi criada em 1953, a partir de uma lei sancionada pelo então presidente Getúlio Vargas. “Depois da Segunda Guerra Mundial, nos anos 1960, 70, não tínhamos óleo suficiente para refino, mas já tínhamos empresas montadoras de carros que demandavam derivados”, explica ela.

As refinarias mais importantes foram construídas na época da ditadura no Brasil, nos anos 1970. Na época, o país ainda não tinha produção substancial de petróleo e, portanto, importava o produto.

Há diferentes tipos de óleo, e as refinarias brasileiras foram construídas com a capacidade de processar esse óleo importado, que é mais leve, e não óleo próprio, que é mais pesado.

Delgado conta que o petróleo do Oriente Médio era leve e mais caro, e dele era possível produzir grande quantidade de derivados leves. “Sobrava pouco derivado de baixo valor agregado como asfalto, borra.”

Ela resume: a importação, então, se dá por uma questão “tecnológica, de falta de investimentos e diferentes tipo de petróleo produzidos no Brasil”.

Isso porque, para conseguir refinar o petróleo brasileiro, então, as refinarias recorrem a uma mistura do petróleo brasileiro com petróleo mais leve, como o nigeriano ou árabe.

“Por uma estratégia da Petrobras de sempre focar em exploração e produção de petróleo, houve pouco investimento na área de refinaria no Brasil. As refinarias são obsoletas, suas tecnologias não foram melhoradas. Não conseguem refinar todo o petróleo que a gente produz”, diz a professora da FGV.

Importação de derivados

Além do petróleo cru, o Brasil importa derivados, como diesel e gasolina.

A política de preços da Petrobras, de competir de acordo com as condições de mercado, viabiliza a importação de derivados, diz o professor do instituto de economia da UFRJ e pesquisador do INEEP (Instituto de Pesquisa do Setor Petróleo) Eduardo Costa Pinto. Em outras palavras, a paridade internacional permite com que os produtos de fora agora tenham preços competitivos com os do mercado interno.

Para o pesquisador do INEEP, se a Petrobras aumentasse o nível de utilização das refinarias, a empresa poderia reduzir as importações. “A Petrobras poderia abaixar um pouco o preço, mas teria que produzir mais para atender o mercado interno, e assim dependeríamos menos da importação de derivados. Mas essa não é a estratégia atual da empresa.”

A estratégia, explica, é vender as refinarias e priorizar a exploração e produção de petróleo, especialmente no pré-sal, reduzindo a participação nos demais negócios. O governo planeja vender oito refinarias. Então, a empresa cria condições para seus concorrentes entrarem no mercado.

A consequência, opina Costa Pinto, é que, enquanto atingimos a independência de petróleo, criamos uma dependência da importação de derivados, mesmo tendo refinarias.

“A política de preços da Petrobras foi justamente o que incentivou que os consumidores privados fossem buscar preços mais atrativos no mercado internacional. Quando o Brasil flutua o preço de acordo com o sabor do preço do mercado internacional, abre o precedente para que os consumidores privados busquem esse diesel no mercado externo”, afirma Delgado.

Então, o que pode acontecer com a venda de refinarias?

Para Fernanda Delgado, da FGV, “tudo depende do apetite dos investidores em investimento de infraestrutura”. As refinarias, diz, estão sendo colocadas à venda pela Petrobras para atrair tecnologia.

“Havendo investimento nas refinarias, a expectativa é de que promova o desatrelamento do mercado brasileiro em dependência do mercado internacional”, afirma. “O ideal é que a gente produza óleo cru e exporte gasolina e diesel. Exportar óleo cru é excelente, mas melhor ainda é exportar produtos com valor agregado.”

Fonte: Portal G1

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Abendi é comunicada sobre a criação da cooperativa dos Inspetores Especialistas do Brasil ( COTEIBRAS)

 

Formada a cooperativa dos trabalhadores Especialistas de Inspeção do Brasil ( COTEIBRAS),

A entidade foi comunicada no final de Dezembro de 2019, que a cooperativa tem o desejo de torna-se sócia da Abendi.

Vamos aguardar como será o trabalho da cooperativa em prol dos inspetores de todo o Brasil ….

 

Fonte: NewsExtra | DestaQC – ABENDI

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