Se o Brasil é autossuficiente em petróleo, por que ainda importa o recurso?

Especialistas explicam que refinarias brasileiras não têm capacidade de refinar o petróleo brasileiro sozinho; além disso, estão subutilizadas.

Refinarias brasileiras não têm a capacidade de refinar o petróleo brasileiro sozinho; elas fazem um ‘blend’ do produto 

Pode parecer contraditório, mas há explicações: se o Brasil é considerado autossuficiente em petróleo, por ainda precisa importar o recurso?

A resposta, dizem especialistas, está nas refinarias brasileiras.

Primeiro, porque não têm a capacidade de refinar o petróleo brasileiro sozinhas.

Segundo, porque estão subutilizadas: em 2018, a capacidade ficou ociosa em 25%.

No ano passado, segundo dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo), o Brasil exportou 410 milhões de barris de petróleo, a maior parte para a China. No mesmo ano, o país importou cerca de 68 milhões de barris, na maior parte de países da África e do Oriente Médio. O país também importa derivados de petróleo, como gasolina e, principalmente, diesel.

O que o país extrai, na teoria, seria suficiente para atender à demanda nacional, até porque se produz mais do que se consome.

“Mas nossa autossuficiência é nominal”, diz a doutora em Planejamento Energético e coordenadora de pesquisa do centro de estudos FGV Energia Fernanda Delgado à BBC News Brasil. “Existe um descasamento entre a tecnologia para refinar e o tipo de petróleo que temos.”

“A resposta é bem simples: somos numericamente autossuficientes, produzimos mais volume do que consumimos. Mas os produtos não são os mesmos. Nosso parque de refino ainda não é capaz de refinar grande parte do óleo produzido nem de suprir a demanda interna por outros derivados”, responde, por e-mail, o professor Paulo Couto, coordenador do LRAP (Laboratório de Recuperação Avançada de Petróleo), da Coppe/UFRJ.

“Assim, exportamos óleo e importamos combustíveis e derivados. Por isso ainda estamos atrelados ao mercado internacional.”

Refino e ‘blend’

O país tem 17 refinarias de petróleo, com capacidade para processar 2,4 milhões de barris por dia. Treze dessas refinarias pertencem à Petrobras e respondem por 98,2% da capacidade total.

Mas essas refinarias não têm como trabalhar com o óleo brasileiro, explicam especialistas.

“Lá atrás, as refinarias não foram construídas para óleo brasileiro. Precisavam de óleo importado, que vinha em sua maior parte do Oriente Médio”, diz Rosemarie Bröker Bone, coordenadora do Laboratório de Economia do Petróleo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A Petrobras foi criada em 1953, a partir de uma lei sancionada pelo então presidente Getúlio Vargas. “Depois da Segunda Guerra Mundial, nos anos 1960, 70, não tínhamos óleo suficiente para refino, mas já tínhamos empresas montadoras de carros que demandavam derivados”, explica ela.

As refinarias mais importantes foram construídas na época da ditadura no Brasil, nos anos 1970. Na época, o país ainda não tinha produção substancial de petróleo e, portanto, importava o produto.

Há diferentes tipos de óleo, e as refinarias brasileiras foram construídas com a capacidade de processar esse óleo importado, que é mais leve, e não óleo próprio, que é mais pesado.

Delgado conta que o petróleo do Oriente Médio era leve e mais caro, e dele era possível produzir grande quantidade de derivados leves. “Sobrava pouco derivado de baixo valor agregado como asfalto, borra.”

Ela resume: a importação, então, se dá por uma questão “tecnológica, de falta de investimentos e diferentes tipo de petróleo produzidos no Brasil”.

Isso porque, para conseguir refinar o petróleo brasileiro, então, as refinarias recorrem a uma mistura do petróleo brasileiro com petróleo mais leve, como o nigeriano ou árabe.

“Por uma estratégia da Petrobras de sempre focar em exploração e produção de petróleo, houve pouco investimento na área de refinaria no Brasil. As refinarias são obsoletas, suas tecnologias não foram melhoradas. Não conseguem refinar todo o petróleo que a gente produz”, diz a professora da FGV.

Importação de derivados

Além do petróleo cru, o Brasil importa derivados, como diesel e gasolina.

A política de preços da Petrobras, de competir de acordo com as condições de mercado, viabiliza a importação de derivados, diz o professor do instituto de economia da UFRJ e pesquisador do INEEP (Instituto de Pesquisa do Setor Petróleo) Eduardo Costa Pinto. Em outras palavras, a paridade internacional permite com que os produtos de fora agora tenham preços competitivos com os do mercado interno.

Para o pesquisador do INEEP, se a Petrobras aumentasse o nível de utilização das refinarias, a empresa poderia reduzir as importações. “A Petrobras poderia abaixar um pouco o preço, mas teria que produzir mais para atender o mercado interno, e assim dependeríamos menos da importação de derivados. Mas essa não é a estratégia atual da empresa.”

A estratégia, explica, é vender as refinarias e priorizar a exploração e produção de petróleo, especialmente no pré-sal, reduzindo a participação nos demais negócios. O governo planeja vender oito refinarias. Então, a empresa cria condições para seus concorrentes entrarem no mercado.

A consequência, opina Costa Pinto, é que, enquanto atingimos a independência de petróleo, criamos uma dependência da importação de derivados, mesmo tendo refinarias.

“A política de preços da Petrobras foi justamente o que incentivou que os consumidores privados fossem buscar preços mais atrativos no mercado internacional. Quando o Brasil flutua o preço de acordo com o sabor do preço do mercado internacional, abre o precedente para que os consumidores privados busquem esse diesel no mercado externo”, afirma Delgado.

Então, o que pode acontecer com a venda de refinarias?

Para Fernanda Delgado, da FGV, “tudo depende do apetite dos investidores em investimento de infraestrutura”. As refinarias, diz, estão sendo colocadas à venda pela Petrobras para atrair tecnologia.

“Havendo investimento nas refinarias, a expectativa é de que promova o desatrelamento do mercado brasileiro em dependência do mercado internacional”, afirma. “O ideal é que a gente produza óleo cru e exporte gasolina e diesel. Exportar óleo cru é excelente, mas melhor ainda é exportar produtos com valor agregado.”

Fonte: Portal G1

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Abendi é comunicada sobre a criação da cooperativa dos Inspetores Especialistas do Brasil ( COTEIBRAS)

 

Formada a cooperativa dos trabalhadores Especialistas de Inspeção do Brasil ( COTEIBRAS),

A entidade foi comunicada no final de Dezembro de 2019, que a cooperativa tem o desejo de torna-se sócia da Abendi.

Vamos aguardar como será o trabalho da cooperativa em prol dos inspetores de todo o Brasil ….

 

Fonte: NewsExtra | DestaQC – ABENDI

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RESULTADOS DAS ELEIÇÕES ABENDI DOS PROFISSIONAIS CERTIFICADOS REPRESENTANTES DOS INSPETORES

Prezados, bom dia.

 

Inicialmente desejamos um excelente Ano Novo !!!

 

Gostaríamos de agradecer a participação de todos os candidatos no processo de eleição dos Representantes dos Profissionais no Conselho de Certificação e Representantes Regionais dos Profissionais.

 

Informamos abaixo os nomes dos representantes eleitos e esclarecemos que o processo está à disposição para eventuais dúvidas.

 

Adicionalmente esclarecemos que, em função de obterem a mesma quantidade de votos, teremos a representação de 2 suplentes no Conselho de Certificação.

 

O resultado também será brevemente divulgado em nossas mídias.

 

Atenciosamente.

 

João Conte

Diretor Executivo

 

Representantes dos Profissionais no Conselho de Certificação:

Titular: Marcos Alexandre Passarelles de Souza Filho
Suplentes: Aldo Roberto Silva Diniz e Assis de Jesus Neres

Representantes Regionais dos Profissionais:

Região/Estado Nome
Bahia Ícaro Martins dos Santos
Espírito Santo Cristiano Rosa da Silva
Minas Gerais Kleber Oziel Rodrigues
Paraná Mouzart Ernesto Simioni
Rio de Janeiro André Freire do Valle
Rio Grande do Sul Elisa Rambor da Cunha
Santa Catarina Luciano Tavessia
São Paulo João Astrogildo da Silva Barbosa
Norte Kelly Cristina Rodrigues
Nordeste Gilsandro Pedro da Silva

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Saiba sobre validade jurídica de uma assinatura digital feita na plataforma Authenticando.

Qual é a validade jurídica de uma assinatura eletrônica? em Certificado Digital, Assinatura eletrônica é uma forma segura de assinar online um documento. Esse tipo de assinatura tem validade jurídica mesmo sem o certificado digital.

Confira! A viabilidade e admissibilidade legal das assinaturas eletrônicas Em uma era de conectividade e transformação digital, as pessoas não precisam mais esperar um documento chegar pela caixa do correio ou imprimir um papel para assinar, digitalizar e, após, enviar ou postar novamente.
Todas essas tarefas são facilmente eliminadas com o uso cada vez mais frequente de contratos e assinaturas eletrônicos.

Esses recursos tornam a vida pessoal e profissional de qualquer empresário mais fácil. Mas apesar de toda essa facilidade, uma grande maioria ainda tem muitas dúvidas em relação aos critérios de admissibilidade dessa ferramenta. Por essa razão, vamos mostrar neste artigo de forma breve e simples porque documentos que são assinados eletronicamente têm as mesmas proteções legais que as assinaturas escritas em um papel com uma caneta.

Por que você não precisa de um certificado para assinar seus documentos? Como já mencionado, uma assinatura eletrônica é semelhante à assinatura no papel, mas efetivada por um meio eletrônico. E, assim como as assinaturas tradicionais em papel e caneta, para ter valor legal precisa atender alguns requisitos legais de conformidade. O uso da assinatura eletrônica, sem o certificado, está determinado na Medida Provisória (MP) Nº 2.200-2. Já a assinatura digital, que é um tipo de assinatura eletrônica, tem validade jurídica desde 2001, no Brasil, com a criação da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP Brasil.

No entanto, é muito comum as pessoas não fazerem distinção entre a assinatura eletrônica, assinatura digital e certificado digital. O ICP Brasil, por exemplo, é o que viabiliza a emissão de certificados digitais para identificação virtual do cidadão e segurança das assinaturas digitais. No entanto, essa não é a única forma de assinatura eletrônica que tem viabilidade e admissibilidade jurídica.

Existem também plataformas que desenvolvem ferramentas para reforçar a validade de documentos e assinaturas eletrônicas. Essas plataformas que funcionam como autoridades de certificação privadas também estão habilitadas para oferecer meios de comprovação da autoria e integridade de documentos eletrônicos.

Por isso, o termo assinatura eletrônica é muito utilizado para caracterizar uma forma de assinatura que não requer que o signatário possua um certificado digital. Ou seja, é possível assinar todo e qualquer documento sem a necessidade de um certificado ICP-Brasil.

Como é criada a assinatura que dispensa a certificação digital?

A assinatura que dispensa a certificação digital é criada através da associação de um conjunto de informações como o desenho da assinatura manuscrita, a geolocalização, o endereço do computador na internet, entre outros elementos.

Essas informações servem como evidência de comprovação do processo de geração da assinatura. E, claro, a sua validade dependerá da força e veracidade dessas evidências, que precisarão ser comprovadas. Por isso que é fundamental que as empresas selecionem uma solução de assinatura eletrônica confiável e que atenda aos padrões de integridade técnica. Seguindo os procedimentos corretos, qualquer pessoa pode apresentar um contrato assinado eletronicamente na frente de um juiz e provar a intenção do signatário e a segurança do documento assinado.

Quais os principais requisitos da assinatura eletrônica?

1 – Em primeiro lugar, um sistema de assinatura eletrônica deve ser fortalecido com protocolos de segurança em alto nível semelhante aos utilizados pelas instituições financeiras.

2 – Visto que é preciso usar tecnologia que garanta que documentos e registros de auditoria não sofram adulterações ou possam ser acessados ​​por terceiros não autorizados. Sob uma perspectiva judicial, os registros de auditoria são uma parte importante da conformidade legal.

3 – Registros como data e hora permitem que as partes, incluindo o tribunal, examinem quando um documento foi criado, visualizado, assinado e arquivado. Igualmente, os certificados de assinatura permitem visualizar e verificar os dados de validade e informações como nome completo, assinatura, endereço IP, endereço de e-mail e outros detalhes de identificação do signatário. Portanto, é possível escolher uma plataforma de software de assinatura eletrônica confiável para conduzir importantes questões de negócios on-line.

Vale ressaltar que a legislação deixa claro que nenhuma transação deve ter “efeito legal negado” somente por causa de seu formato eletrônico. Em vista disso, os empresários e consumidores podem ter plena confiança de que suas assinaturas eletrônicas são legalmente válidas.

Desde que seja obtida da maneira apropriada, usando tecnologias compatíveis de autenticidade, as empresas podem ter certeza de que os contratos são legalmente admissíveis. Portanto, é possível cada vez ter mais segurança,  ao mesmo tempo, que se conquista mais agilidade em todo o seu processo de contratação, independente se a sua escolha for por uma assinatura eletrônica ou digital.

Vejam requisitos legais para validação de assinatura digital :

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/mpv/antigas_2001/2200-2.htm

 

 

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Teste grátis sistema online de assinatura Digital de Relatórios de Inspeção e Documentos

Após uma parceria entre os Especialistas de Inspeção do Brasil com uma empresa especializada em TI, foi desenvolvido um sistema de autenticação de relatórios de inspeção onde será possível rastrear e verificar se realmente foi assinado por um Inspetor que fez o serviço, através do escaneamento do QR code que será gerado , onde levara diretamente ao relatório que estará hospedado num servidor, acabando assim com fraudes com carimbos e assinaturas de inspetores, abaixo você poderá se inscrever para realizar gratuitamente o cadastro para testes do sistema,
Após cadastro dos 100 primeiros inscritos, enviaremos um e-mail para todos enviarem copia de CPF / FOTO, para liberação do sistema.
Após preencher os dados, clicar em enviar para confirmar sua inscrição.
Use o link abaixo para se inscrever:
https://forms.gle/xokUGT4Tt4C52WdX6

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ANDAMENTO DO REGISTRO DOS INSPETORES NO CBO EM 10/02/2020

 REPRESENTANTES DO CBO ATUALIZARAM O STATUS SOBRE ANDAMENTO DA INSCRIÇÃO DOS INSPETORES NA CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES – CBO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ESCLARECIMENTOS:

 

A inclusão das 28 modalidades de inspeção foram aprovadas, a próxima fase será uma entrevista com os representantes de cada modalidade , para confirmar perante ao pessoal do CBO, se as informações do documento apresentado condiz com as respostas dos inspetores , vejam abaixo na integra o e-mail enviado do CBO ao solicitante de inclusão das modalidades de inspeção.

Prezado Sr. Jair Brasil,

Conforme conversa telefônica, realizada em 6/02 para tratarmos dos do documento enviado ao CBO, encaminhamentos pertinentes a demanda relacionada a inclusão dos Inspetores Industriais na CBO. Ficou acordado que será realizada uma inclusão, ou seja uma nova família será criada para abrigar todas as ocupações de Inspetores, porém caberá ao demandante em conjunto com a ABENDI e instituições afins garantirem a participação dos especialistas, ao projeto CBO.

Ressalto ainda, que todos os contatos referente a preparação/ execução do evento serão feitos pela Contratada FIPE, por meio da facilitadora responsável. O que em um primeiro momento será direcionado ao Sr Jair Brasil.

Nos colocamos à disposição para esclarecimentos que se fizerem necessários nesta etapa, e desde já agradecemos a colaboração de todos de modo a garantir a inclusão da ocupação na estrutura da CBO.

Att CBO/MTE

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IBRACON retoma o processo de Certificação e Qualificação de pessoal

Certificação IBRACON

Programa IBRACON de Certificação e Qualificação de
Pessoal

Comunicado de retomada do Programa de Certificação de Pessoal

Com a assinatura de convênio com o Global Personnel Certification Scheme em maio de 2019, o Instituto Brasileiro do Concreto – IBRACON retoma seu Programa de Certificação de Pessoal
para a Cadeia Produtiva do Concreto, com uma nova estrutura técnico-administrativa
e com capacidade de atender novas categorias de profissionais.
O Programa de Certificação do IBRACON foi iniciado em 2007 para atender à demanda de
mercado da construção por profissionais treinados e certificados para desempenhar funções
relativas ao controle tecnológico do concreto. Acreditado pelo INMETRO (Instituto Nacional de
Metrologia, Qualidade e Tecnologia) até 2017, o Programa certificou no periodo 308
profissionais, sendo 130 tecnologistas, 56 laboratoristas, 14 auxiliares e 108 inspetores, em
vários estados brasileiros, além de recertificar 157 profissionais.
Em razão da grave crise econômica e dos problemas enfrentados pela Petrobras, maior
demandante dos profissionais certificados no Programa, em maio de 2017 o 1BRACON solicitou
a suspensão de seu processo de certificação junto ao INMETRO e, por fim, seu cancelamento
em dezembro do mesmo ano. Por um lado, a baixa demanda por certificação a partir de 2017
e, por outro, os altos custos das taxas de manutenção e auditoria inviabilizaram
economicamente o Programa de Certificação de Pessoal do IBRACON.
Com o convênio com a GLOBAL, o lBRACON encontrou o equilibrio financeiro necessário para retomar seu Programa de Certificação de Pessoal para a Cadeia Produtiva do Concreto. Nesta
nova fase, a Global, entidade de terceira parte, que integra a Coordenação Geral de
Acreditação do INMETRO, será responsável pela gestão administrativa do processo de
certificação, segundo a ISO 17024 Conformity assessment- General requirements for bodies
operating certification of persons,

apoiando o IBRACON no desenvolvimento, implantação e
operação do seu Programa de Certificação de Pessoal. Já, o IBRACON mantém sua autonomia
sobre o Programa, por meio de seu Comitê Setorial de Certificação de Pessoas, responsável
pelas questöes do exame teórico específico, pelo credenciamento dos laboratórios para a
realização dos exames práticos e pela emissäo dos certificados aos profissionais, entre outras
atividades técnicas.
Na primeira etapa dessa nova fase, o Programa de Certificação de Pessoal está com inscrições
abertas para a certificação de inspetores N1 de estruturas de concreto. As informações sobre
solicitação da certificação, etapas do processo de certificação, conteúdos requeridos nos
exames teóricos (geral e específico)e prático, bem como os valores das taxas e o cronograma
de atividades do Programa de Certificação de Pessoal, podem ser encontradas no site
www.globalpersoncert.com e, especificamente, no campo PCO9-CONCRETE PRODUCTION
CHAIN (IBRACON).

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Representantes do CFT visitam a Abendi para conhecer o sistema de qualificação e certificação

Recebemos na data de ontem, dia 17 de julho,  na sede da Abendi, a delegação de representantes do Conselho Federal de Técnicos Industriais – CFT.

O objetivo principal deste encontro foi visitar as instalações do Centro de Exames da Abendi e dar continuidade às discussões de trabalho para a concretização do convênio entre o CFT e as entidades certificadoras.

A delegação do CFT esteve assim composta:

● Bernardino José Gomes (Diretor de Fiscalização e Normas),

●Rubens dos Santos (Diretor de Fiscalização e Normas),

●Pedro Carlos Valcante (Diretor Financeiro do CRT-SP),

●Paulo Mori (Conselheiro),

●Wilson Vieira Junior (Conselheiro),

●Joanildo de Oliveira (Conselheiro),

●Telga da Silva (Conselheira),

●Francisco Balbino (CFT).

Foram recebidos pelos senhores:

João Conte (Diretor Executivo),

Marcelo Neris (Gerente do CEQ) e

Jair Brasil (Especialistas de Inspeção do Brasil).

Foram reiteradas as ações em que o CFT pode contribuir com os profissionais certificados, através dos Conselhos Regionais e do Sindicato de Técnicos Industriais:

▪ Fiscalização Federal

(on shore e off shore),

▪ estabelecimento de um piso salarial

▪ reconhecimento e regulamentação da profissão

Discutiu-se ainda a questão de atuação de profissionais estrangeiros no país. Segundo entendimentos de membros do CFT, o profissional brasileiro não pode ser prejudicado ou preterido, mesmo em embarcações “internacionais” e que este, certamente, será um dos focos de atuação do CFT.

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Policia Federal realiza busca e apreensão no Estaleiro Jurong Aracruz

A Policia Federal entra em escritórios do Estaleiro Jurong Aracruz Ltda (“EJA”), uma subsidiária brasileira da Sembcorp Marine, fabricante de plataformas offshore de Cingapura.
Em uma ação na Bolsa de Valores de Singapura, a SembCorp Marine disse que o mandado de busca que as autoridades brasileiras estavam executando era relacionado à Operação Lava Jato no Brasil, que é uma investigação de anos em um escândalo de corrupção envolvendo a Petrobras.

SembcorpMarine disse: “A empresa cooperou totalmente com a Polícia Federal brasileira e forneceu materiais dentro do escopo do mandado. A Companhia entende que essa busca foi em relação a investigações contra Guilherme Esteves de Jesus, ex-consultor contratado pela EJA no Brasil. ”
“Guilherme Esteves de Jesus foi preso pela Polícia Federal brasileira. Atualmente, ele enfrenta acusações criminais em andamento que não foram concluídas ”, disse SembcorpMarine.

As investigações atuais também envolvem Martin Cheah Kok Choon, ex-presidente do Estaleiro Jurong Aracruz.

“A empresa deseja reiterar que o Grupo está comprometido com os mais altos padrões de conformidade com as leis anticorrupção e não tolera e não tolerará qualquer conduta comercial imprópria”, disse SembcorpMarine.

Esta não é a primeira vez que a Sembcorp Marine está ligada ao escândalo de suborno no setor de petróleo brasileiro, e esta não é a primeira vez que Guilherme Esteves de Jesus é mencionado em relação à suposta corrupção.

A saber, Guilherme Esteves de Jesus foi preso em março de 2015 como uma pessoa ligada a contratos de perfuração entre a Sete Brasil e a Sembcorp Marine, depois que um ex-diretor da Petrobras acusou as duas maiores construtoras de Singapura, Sembcorp Marine e Keppel, de pagando subornos para obter contratos de equipamento no Brasil. As duas empresas na época emitiram declarações negando as alegações.

No entanto, em 2017, a Keppel concordou em pagar multas no total de US $ 422 milhões para resolver as acusações decorrentes de um esquema de uma década de pagamento de milhões de dólares em propinas a funcionários públicos no Brasil.

De acordo com admissões e documentos judiciais, começando pelo menos em 2001 e continuando pelo menos até 2014, a Keppel pagou aproximadamente US $ 55 milhões em propinas a funcionários da estatal brasileira Petrobras e ao então partido político no Brasil, para para ganhar 13 contratos com a Petrobras e outra entidade brasileira.

Fonte: click o petroleo

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ESCLARECIMENTO AOS INSPETORES DE SOLDAGEM

Noticia de Certificação da Qualidade

Publicado em:
24/06/2019 13 : 17 : 36

ESCLARECIMENTO AOS INSPETORES DE SOLDAGEM

Informamos que o Sistema Nacional do Qualificação e Certificação do Inspetores de Soldagem-SNQC-IS, deSde seu Inicio,
prevê a contratação de Instituições para atuar como Centro de Examos de Qualificação – CEQUAL. sendo vinculados ao
OPC/FBTS através de um contrato de prestação de serviço.

Atualmente os Centros de Exames de Qualincaçso estão no periodo de renovaçào de seus contratos e para tal, as
Instituições realizam uma análise critica verificando se a aplicação de exames estão em consonância com suas atividades.

Pele exposto, notificamos que o Senai, em Canos RS, o SEOUI-PB, em são José dos Campos, estãoo em processo de
reestruturaçào de suas atividades e o optaram por não renovar o contrato de apllcaçao de exames.

Esclarecemos que a FBTS vem desde 2010 se estruturando, gradativamente, para atender a demanda de aplicação de todos
os exames. Inicialmente para a qualificação o recertificação de Nível 1 e os exames de qualificação de Nivel 2. Hoje
atendemos as normas ASME B31. 3, AWS D1. 1 e ASME B31. 8, a partir do Agosto/2019 vamos disponibilizar mensalmente a
aplicação das outras normas/códigos de qualificação relacionados na norma NBR 14842.

Lembramos, também, que a FBTS respeita os seus clientes e vem trabalhando para atender cada vez melhor na administração dos sistemas de certificação e na aplicação de exames.

Cabe ressaltar que entend emos que os canais de relacionamentos voltados para area de soldagem devem disswminar Informações,
conhecimentos e agregar valor através de dados oriundos de fontes confiáveis, para tanto a FBTS vem utilizando o seu website na
Internet assim como o seu facebook e o seu Instagram para divulgar Informaçôes, novos produtos e serviços, treinamento, seminários
e alterações nos seus produtos e serviços

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